sábado, 28 de setembro de 2019

NONSENSE CARTOON


Cellus.

SUPERINGENUOUS CARTOON


Alexander Dubovsky. (Ucrânia).

sexta-feira, 27 de setembro de 2019

JANOT DIZ QUE QUERIA MATAR GILMAR MENDES DENTRO DO SUPREMO

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Alguns dos vídeos disponibilizados por este Blog - Aqui - abordam o deplorável tema abaixo descrito. Num deles, O É da Coisa, o jornalista Reinaldo Azevedo entrevista o ministro Gilmar Mendes (Aqui). E pensar que o tresloucado Janot foi ao longo de quatro anos (sim, foi eleito e reeleito - constando em lista tríplice!) gestor da Procuradoria-geral da República, envolvendo-se com a força-tarefa da Lava Jato desde os primórdios, antes mesmo de sua deflagração, ocorrida em 14 de março de 2014, e também, segundo consta, em muitas das tratativas com o Departamento de Estado dos EUA, onde eventualmente pode haver sido traçado o destino de 'n' empresas brasileiras e, quem sabe?, estabelecida a adoção de estratégias para remoção de obstáculos ao acesso ao pré-sal!.
.Dica de Vídeos
Luis Nassif - A lavagem de provas pela Lava Jato - Aqui.
O Dia em 20 Minutos - Janot enterra Lava Jato - Aqui.


Em livro de memórias, Janot diz que queria matar Gilmar Mendes dentro do Supremo
Do Jornal GGN: O ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot, em entrevista à Folha sobre seu livro de memórias, diz que tinha intenção de matar o ministro Gilmar Mendes, e para isso entrou armado no Supremo Tribunal Federal. Segundo ele, o ato se daria por insinuações que Gilmar teria feito sobre sua filha, em 2017.
O livro de memórias de Janot vai ser lançado ainda este mês. O caso de Gilmar é relatado na entrevista com nome, mas no livro aparece somente a figura do ‘ministro’, sem declinar. Mas declarou à reportagem um sofrido ‘tenho uma dificuldade enorme para pronunciar o nome desta pessoa’.
Em resposta, Gilmar enviou mensagem para Mônica Bergamo se dizendo surpreso, e que Janot deveria fazer um tratamento psiquiátrico.
Quando ainda procurador-geral, Janot queria a suspeição de Gilmar nos casos em que o empresário Eike Batista aparecia. Eike foi parar nas mãos da Lava Jato e o escritório que o defendia tinha a mulher do ministro como sócia. Gilmar teria retrucado com a lembrança de que a filha de Janot, Letícia Ladeira Monteiro de Barros, advogada também, representara a empreiteira OAS no Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).
Diz, no livro, Janot: “Num dos momentos de dor aguda, de ira cega, botei uma pistola carregada na cintura e por muito pouco não descarreguei na cabeça de uma autoridade de língua ferina que, em meio àquela algaravia orquestrada pelos investigados, resolvera fazer graça com minha filha”.
E tudo ficou nisso porque, segundo ele, ‘a mão invisível do bom senso tocou meu ombro e disse: não’.
Mas o assassinato se daria na antessala, onde se encontrariam antes da sessão. Que o valente PGR jamais entraria armado no plenário do tribunal.
O drama iria mais longe. Segundo entrevistas concedidas ao Estadão e revista Veja, Janot afirmou que pretendia se suicidar depois de matar Gilmar.
A Folha foi checar a questão dos comentários de Gilmar sobre a filha de Janot. Não achou em nenhum lugar, nada. Encontrou apenas informações publicadas pelo jornalista Reinaldo Azevedo. À reportagem, Janot disse que Gilmar fez o comentário durante uma sessão do Supremo.
O livro de memórias é intitulado ‘Nada Menos que Tudo’ e foi escrito com a ajuda dos jornalistas Jailton de Carvalho e Guilherme Evelin. Traz um balanço da atuação de Janot à frente da Operação Lava Jato e rebate as críticas à sua gestão.
Tirando o assassinato de Gilmar, o livro passeia por outras atuações de personagens políticos. Janot conta que Temer e Eduardo Alves pediram que ele arquivasse a primeira investigação contra Eduardo Cunha. E, ainda, que Aécio Neves tentou aliciar o então procurador-geral com cargos em futuro pleito, desde que evitasse a abertura de investigações sobre suas relações com a Odebrecht.
Por fim, Janot fala da presença de geladeira bem abastecida com bebidas alcoólicas, como forma de aliviar sua tensão, e a da equipe, após os momentos mais difíceis.  -  (Aqui).

A NAU DE GRETA


Dario Castillejos. (México).

OLHO NOS VÍDEOS (27.09.19)


Olho nos Vídeos


.Blog da Cidadania - Eduardo Guimarães:
STF anula (virtualmente) condenação 
de Lula no caso do sítio de Atibaia .............. AQUI.

.Click Política - João Antonio:
Lewandowski dá invertida em Barroso 
em sessão que derrotou Moro .................... AQUI.
Janaína Paschoal se desespera
no Twitter contra o STF ............................. AQUI.

.JFT - Nocaute - Alberto Villas:
O faroeste caboclo de Rodrigo Janot ........... AQUI.

.Paulo A Castro:
Sobre Janot, Aloísio e as novas
revelações da Vaza Jato.......................... AQUI.


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VÍDEOS DA NOITE


.Rádio BandNews FM - Reinaldo Azevedo:
O É da Coisa ............................................ Aqui.

.TV GGN - Luis Nassif:
A lavagem de provas pela Lava Jato ............ Aqui.

.Click Política:
Dallagnol se desespera e pede Lula livre ...... Aqui.

.Paulo A Castro:
Deltan e parceiros pedem Lula no semiaberto Aqui.


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Blog do Esmael (Aqui)  -  O líder do PT na Câmara, Paulo Pimenta (RS), anunciou hoje (27) que a bancada do partido tomará na próxima semana uma série de novas ações judiciais – entre elas uma notícia-crime (o conhecimento de autoria de um fato criminoso) no Supremo Tribunal Federal – contra procuradores da Operação Lava Jato. A decisão decorre de nova reportagem da série Vaza Jato, publicada pelo portal UOL a partir de documentos recebidos anonimamente pelo The Intercept Brasil:

Revista Fórum: Vaza Jato revela que Dallagnol obteve provas ilícitas no exterior para prender delatores

Mais um capítulo da série de reportagens da Vaza Jato, divulgado pelo The Intercept Brasil em parceria com o UOL, nesta sexta-feira (27), demonstra que a força-tarefa da Lava Jato em Curitiba utilizou sistematicamente contatos informais com autoridades da Suíça e Mônaco para obter provas ilícitas com o objetivo de prender alvos considerados prioritários –encarcerados preventivamente, muitos deles vieram a se tornar delatores.

Menções a esse tipo de prática ilegal foram encontradas com frequência em conversas entre 2015 e 2017, conforme revelam mensagens do aplicativo Telegram enviadas por fonte anônima.

Apesar de alertados sobre a violação das regras, os procuradores da força-tarefa tiveram acesso a provas ilegais sobre vários dos mais importantes delatores da operação —como os então diretores da Petrobras Paulo Roberto Costa e Renato Duque; o então presidente da Transpetro, Sérgio Machado, além de executivos da Odebrecht, entre eles, o ex-presidente da empresa Marcelo Odebrecht.

Entre as práticas ilegais identificadas, está o acesso clandestino da Lava Jato, a partir de procuradores suíços, ao sistema Drousys, usado pelo setor de Operações Estruturadas da Odebrecht para controlar pagamentos de propina a autoridades e políticos. Mensagens revelam que os procuradores tiveram acesso à contabilidade paralela quase um ano antes de a Lava Jato estar apta para usar formalmente os dados entregues pela Odebrecht. (...).  -  (Aqui).

DE COMO O MINISTRO BARROSO MUDOU DE OPINIÃO EM APENAS SETE MESES

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O espectador comum, não familiarizado com o universo jurídico, de repente se depara com o ministro Luis Roberto Barroso no JN, discorrendo ao longo de dois, três, quatro preciosos minutos sobre combate à corrupção, voz pausada, modulada, olhar grave, a sustentar que os que dele divergem estão equivocados, movidos, quem sabe, por propósitos reprováveis, e sem em momento algum falar em respeito aos direitos e garantias constitucionalmente previstos, como se a Constituição da República não passasse de estorvo, de barreira despropositada ao livre trânsito do bonde anticorrupção; o espectador comum, diante de observações tão sensatas, sábias, ponderadas, inevitavelmente pensaria: 'Com certeza, trata-se de um virtuoso, e todos os seus oponentes são suspeitos'. Mas, senhor espectador, interviria o senso crítico, e os direitos e garantias constitucionais, que existem sim, e devem ser obrigatoriamente respeitados, mas em muitos casos não foram, como ficam? 
Que a resposta rumine na consciência de cada um.


Na votação do STF, Barroso mudou de opinião em apenas sete meses 

Por Luis Nassif
Os avanços civilizatórios consagraram alguns princípios fundamentais nos processos penais: o devido processo legal, o direito à plena defesa e o contraditório.
Peça central é a possibilidade do réu falar por último. A acusação levanta todos os elementos, provas, apresenta. E a última palavra é do réu, para se defender.
Há uma lógica óbvia. A defesa tem que responder a todos os pontos da acusação, provas e interpretações penais. Só será possível fazer a defesa correta, depois que o acusado souber qual é a acusação final. É óbvio.
Em 20 de fevereiro de 2019, portanto 7 meses atrás, o Ministro Luís Roberto Barroso declarou a nulidade de uma sentença, na qual o réu deixou de ser ouvido por último, em mais uma demonstração de que modula suas sentenças de acordo com seus interesses políticos.
Tratava-se de uma ação que corria na Justiça Militar. O reclamante foi condenado a 6 meses de reclusão em regime semiaberto. Houve a apelação, porque o Ministério Público Militar pediu a condenação, alegando a inaplicabilidade do entendimento do Plenário do Supremo Tribunal Federal, que garante ao acusado falar por último.
Art. 400. Na audiência de instrução e julgamento, a ser realizada no prazo máximo de 60 (sessenta) dias, proceder-se-á à tomada de declarações do ofendido, à inquirição das testemunhas arroladas pela acusação e pela defesa, nesta ordem, ressalvado o disposto no art. 222 deste Código, bem como aos esclarecimentos dos peritos, às acareações e ao reconhecimento de pessoas e coisas, interrogando-se, em seguida, o acusado. (Redação dada pela Lei nº 11.719, de 2008).
O juízo da 2ª Auditoria da 11ª Circunscrição Judiciário Militar aceitou a tese do MP e deixou de determinar o interrogatório do reclamante ao final da instrução. No processo, o advogado do réu não entrou com pedido de realização de novo interrogatório. O pedido foi feito apenas no recurso de apelação.
O que fez o garantista Barroso? Declarou a nulidade da condenação e do acórdão proferidos.
“Diante do exposto, a fim de garantir a autoridade da decisão do Plenário, julgo parcialmente procedente a reclamação, para declarar a nulidade da sentença condenatória e do acordão proferidos, resguardada a validade de todos os atos instrutórios, devendo ser  concedida ao reclamante, porém, a oportunidade de novo interrogatório”.
O julgamento de hoje, no Supremo Tribunal Federal (STF), foi em cima da mesma matéria. E Barroso mudou seu entendimento.
— Ninguém é surpreendido por nada que se traga em alegações finais. As alegações finais se limitam a interpretar, analisar, comentar as provas já produzidas — justificou Barroso. As alegações finais são apenas um resumo do que já foi apresentado ao longo do processo. Logo, o réu delatado não se surpreenderia com a manifestação do delator.
Se Barroso fosse intelectualmente honesto, teria admitido que mudou de opinião e explicado as razões para tal.
Dá para entender porque a politização desmoralizou o STF?
(Para continuar, clique Aqui).

SUPERINGENUOUS CARTOON

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Da consciência eco... prisional


Adnael.

UM POUCO DE HISTÓRIA: A POLÍCIA E O CONTROLE DA POLÍCIA

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"Polícia é a maior arma de poder em tempos de paz e é preciso muita fé e ingenuidade para louvações 'republicanas' desse vital instrumento de Poder."
Em tempos de paz, pontua o articulista. Dizemos nós: Maior arma certamente será em tempos de paz no pântano, como nos é dado ver. A propósito, o que diria Ivan Lessa diante do atual cenário, em que juiz de base é alçado à condição de superministro (chefe da polícia, ao menos em tese) em face de seus espetaculares feitos no front? Mas, sem essa, que não é hora para digressões. Ao texto. 


Se perder o controle da polícia, perde o trono: uma lição napoleônica

Por André Araújo

De Napoleão Bonaparte a Stalin, passando por Roosevelt e Getúlio, todos os governantes sabem que quem controla a polícia, aí entendida como a instituição de Estado, controla o Poder. Primeiro vem a Polícia, depois as Forças Armadas, tanto na Democracia como na tirania, sem filigranas de bom mocismo.
A Democracia é um regime cheio de falhas, não tem nenhuma perfeição institucional, é apenas menos ruim que a ditadura mas não é um paraíso de anjos.
Tampouco regimes democráticos sólidos, como o dos EUA, são tão bons e limpinhos. Há enormes imperfeições no sistema americano, no britânico, no francês.
Quem não se lembra da Comissão Mc Carthy (Comissão de Atividades Antiamericanas do Senado dos EUA) que destruiu milhares de vidas, carreiras, levou a muitos suicídios e exílios, comeu mega injustiças, tudo em plena democracia? Nada funciona tão bem em lugar nenhum, apenas se tenta menor ruindade e injustiça, às vezes dá certo, às vezes nem isso. O homem é imperfeito, os regimes são imperfeitos, a ciência politica não pode
vender ilusões.
A História todavia apresenta algumas evidências, fruto da experiência dos tempos passados. Uma delas diz que a POLICIA É A EXTENSÃO MAIS VISÍVEL DO PODER, é ela que faz cumprir as leis penais, prende e solta, dá os limites de espaço e tempo para os cidadãos.
O governante não pode exercer o Poder sem a Policia, por isso mesmo ela é um braço fundamental do Poder e jamais pode ser deixada solta, livre da autoridade do Poder Maior. Livre, ela se volta contra esse mesmo Poder que não terá como se defender dela, força armada para o bem e para o mal.
É claro que existem acima e além as Forças Armadas, mas essas têm em todas as democracias o Chefe de Estado como seu Comandante Chefe; a cadeia de comando já está estabelecida na Constituição de todas as democracias sólidas. O rompimento dessa cadeia de comando leva ao GOLPE DE ESTADO, que também pode acontecer. Entre 1945 e 1965, foram 367 no mundo, segundo Edward Luttwalk, célebre historiador romeno-americano em sua obra clássica “GOLPE DE ESTADO”.
A Polícia no geral não opera golpes de Estado, está em outro patamar, mas ela pode controlar a política se quiser e se não estiver sob controle do Poder.
Napoleão teve Fouché como primeiro Chefe de Polícia moderna e sabia como poucos a importância política da Polícia de Estado. Teve problemas com Fouché, nunca confiou nele apesar de precisar dele. Napoleão mostrou a extraordinária importância de ter o estrito controle da Policia para ter o controle do Poder, nada de filigranas de conceitos vagos como “função institucional”. Isso é bonito nos livros, na vida e no poder real, não tem lugar.
A França herdou a sabedoria napoleônica, a Polícia não pode desencadear operações políticas sem conhecimento e anuência do Presidente da República porque operações políticas podem afetar interesses de Estado que estão acima de interesses de inquéritos. A França é a segunda maior exportadora de armamentos do mundo, são contratos perigosos e alguns malcheirosos, uma batida pode arruinar um contrato de bilhões de Euros, e os negócios têm sempre primazia na França, mesmo malcheirosos, e ninguém pode atrapalhar.
Nos EUA, apesar da mística institucional, Trump não foi atingido por investigações sobre uma longa vida de trapaças de todos os tipos, desde as famosas declarações de renda que NUNCA VAZARAM. Lá, Polícia e Receita não vazam nada. Até suspeitas ligações com russos, ucranianos, operações bancárias em Chipre, cassinos no Panamá, a Trump Tower de San Diego que deu milhões de dólares de prejuízos aos investidores, nada disso atingiu Trump, nada de busca e apreensão de papéis, o que significa um excelente controle por Trump do Ministério Publico, Polícia, Secretaria do Imposto de Renda, Unidade de Lavagem de Dinheiro do Tesouro. Cadê as “instituições republicanas dos EUA” que não pegam Trump, que com toda essa montanha de sujeira de 50 anos pode ser reeleito limpinho?
Stalin tinha a maior polícia política do mundo, a Cheka, depois NKVD, depois MGB, depois KGB. Era instrumento essencial de seu Poder, na última fase sob controle de seu compatriota georgiano Lavrenti Beria. Stalin usava a Polícia mas de tempos em tempos fazia expurgos na cúpula pelo seu método, do gabinete de comando diretamente para a prisão de Lubianka onde o Chefe da Polícia era recebido com um tiro na nuca, assim acabou Guenrikh Yagoda em 15 de março de 1938, substituído por Nikolai Yezov, por sua vez fuzilado em 1940. Veio então Beria que sobreviveu a Stalin para ser executado pela troika que sucedeu ao ditador.
Já Roosevelt tinha horror ao diretor do FBI, J.Edgar Hoover e o tinha sob estrita vigilância porque sabia quão perigoso era Hoover, que vigiava Roosevelt no seu sistema de criar “dossiês”. Hoover espionava a esposa do Presidente, Eleonor Roosevelt e grampeava Senadores. Hoover tornou-se uma ameaça para a Democracia mas pelos seus “dossiês”, se segurava no Poder, só foi enfrentado no fim de seu longo reinado.
Getúlio Vargas no Estado Novo criou o embrião do que é hoje a Polícia Federal, o Departamento Federal de Segurança Pública, a partir da Chefatura de Polícia do Distrito Federal. No fim de seu longo período de 15 anos, nomeou o irmão Benjamin Vargas para Chefe, o que provocou sua queda em 2 de dezembro de 1945. Vargas usou a Policia, comandada por Filinto Miller, como arma central do Estado Novo para se manter no Catete e controlar o País.
Polícia é a maior arma de poder em tempos de paz e é preciso muita fé e ingenuidade para louvações “republicanas” desse vital instrumento de Poder.  -  (Aqui).

CARTUM DO ENQUADRAMENTO

Paixão.
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Entreouvido nos bastidores:
."Que enquadre os lavajatistas!"
."Faltou acrescentar: 'E cuide você, Aras, de respeitar a Constituição!'"

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.TV GGN - Luis Nassif - O livro de Janot pode
pode desnudar mais ainda a Lava Jato ................................ Aqui.

HAICAI DE GRETA THUNBERG

Benett.
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(Aqui  -  'Eduardo Bolsonaro posta foto falsa de Greta Thunberg').
....

BRASIL:
CRISE AMBIENTAL
AGRESSÃO MORAL

quinta-feira, 26 de setembro de 2019

OLHO NOS VÍDEOS (26.09.19), COM UM COMENTÁRIO INDISPENSÁVEL


Olho nos Vídeos


.Click Política - João Antonio:
Barroso em situação desconfortável ................. AQUI.
Juízes do exterior se manifestam contra Moro ... AQUI.

.Blog da Cidadania - Eduardo Guimarães:
STF sinaliza punição à Lava Jato ...................... AQUI.

.Caixa-Preta - Ana Roxo / Alberto Villas:
O impeachment de Trump ............................... AQUI.

.Paulo A Castro:
Baltasar Garzón: Lula é perseguido político ....... AQUI.
Direto do STF: continuação da sessão .............. AQUI.


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VÍDEOS DA NOITE


.Rádio BanNews FM - Reinaldo Azevedo:
O É da Coisa .................................................. Aqui.

.Blog da Cidadania:
Lava Jato: Virada histórica no STF .................... Aqui.

.Click Política:
O que Toffoli tem contra Lula? O tempo dirá! ..... Aqui.

.Paulo A Castro:
STF enquadra a Lava Jato! .............................. Aqui.


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Alexandre de Moraes foi preciso, didático em sua aula, em que o destaque foi o direito ao contraditório e ao devido processo legal; na sessão do dia anterior, Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato, absorvera a tarde inteira com o seu voto, contrário a qualquer mudança nas 'diretrizes' da citada operação; Luis Roberto Barroso manteve-se fiel ao punitivismo, falando para a 'sua' plateia, como sempre, insistindo no sentido de que o combate à corrupção paira acima de tudo, tudo mesmo [chegou a relembrar, com ar melancólico, a AP 470 - 'Mensalão' -, aquela da teoria do domínio do fato, invocada pelos então julgadores de forma descabida, a ponto de haver sido posteriormente desagravada pelo seu maior cultor, o jurista alemão Klaus Roxin, em visita ao Brasil]; e Luiz Fux, vice-presidente do STF, tentando, meio apreensivo, matar no peito, sem conseguir, os petardos lançados pelos 'algozes', 'desafetos', 'carrascos' da Lava Jato; Cármen Lúcia ratificou os fundamentos de seu voto proferido na sessão da 2ª Turma que cuidou do processo em causa, mas, quanto ao Habeas Corpus sob exame, acatou-o tão somente no que tange à tese; Ricardo Lewandowski, Rosa Weber e Celso de Mello acolheram o pleito com base em argumentos sólidos; Gilmar Mendes foi além: trouxe à baila a mais recente matéria divulgada pelo The Intercept sobre bastidores e palco da Lava Jato; fúria muto justa, que certamente estará presente, de forma merecida, na reunião plenária do Supremo da próxima quarta-fera, 2. Dias Toffoli anunciou voto favorável ao atendimento do pleito, mas a leitura do voto somente será feita na próxima plenária, quando, espera-se, o ministro Marco Aurélio também proferirá seu voto. 

Nota
Merece registro especial o fato de que Fachin, Fux e Barroso se mantiveram fiéis às suas convicções: deferência plena à Lava Jato, desprezo absoluto à Constituição! Desta feita perderam feio, felizmente. Viva a Constituição!!

EXCLUDENTE DE ILICITUDE

Reinaldo.
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Entreouvido nos bastidores
."O tiro saiu pela culatra: Comissão da Câmara retirou o excludente de ilicitude do pacote do ministro Moro!"
."Mas foi informado que ele poderá ser apresentado quando da votação pelo plenário."
."A postos, pois!"

A RELAÇÃO BRASIL-AMÉRICA LATINA E A AVANÇADA IMPERIALISTA


Breves reflexões na relação Brasil-América Latina diante da avançada imperialista
Por Bruno Lima Rocha
Inicio estas brevidades para a estrutura do artigo de análise que segue. O tema é delicado, embora mais que óbvio.
Nossas sociedades são de certo um modo um “milagre” da humanidade. Fomos um território invadido, formado pelo genocídio originário, sequestro africano e depois população imigrante e coluna interna transplantada com intuito de embranquecimento. Ainda assim temos uma chance concreta, considerando demais sociedades do planeta que foram alvos do imperialismo das navegações ou do século XIX, e como tal seguem – seguimos – sendo alvo de muita pressão e presença externa.  Temos alguma oportunidade, mas é preciso teoria para preparar corações e mentes para além dos necessários discursos e das imprescindíveis identidades coletivas.
Nossas sociedades concretas são abertas a variadas possibilidades, muito racistas no sentido da opressão – na vertente mais terrível do racismo institucionalizado não formal – mas menos sectárias do que a imensa maioria das sociedades africanas, do médio-orientais e asiáticas. Logo, brigamos menos entre nós (dentro da base da pirâmide populacional) do que a maioria dos demais países com vaga na Assembleia Geral da ONU. Somos ocidentalizados sem ser Ocidente, o que também gera uma vantagem parcial.
O problema reside na ultima frase acima. A coesão interna é fraca e o comportamento de exploração predatória é reproduzido pelas elites locais, classe dominante rentista e estruturas de poder oligárquicas sem dó e alteridade alguma para com a vida das maiorias. Fora isso, é necessário observar que capacidade instalada é o ouro da sobrevivência em momentos de tensão com as potências mundiais. A inserção soberana e altiva no Sistema Internacional não é uma panaceia e se alguém pensa que bloqueio econômico é “evitável” observem Cuba e Venezuela e verão que não é. Logo, esta condição é quase uma imposição do imperialismo que nos toca, o das 13 Colônias Britânicas, fundadas por escravagistas do Destino Manifesto contra a América Latina, Africana e Indígena.
O distanciamento entre o país e nossa América Latina é fundamental para o domínio anglo-saxão e eurocêntrico
Ficamos nos perguntando centenas de vezes. Porque é tão difícil incorporar os elementos mais básicos de nossos vizinhos no dia a dia da cultura brasileira? Vou mais além. Porque somos um país onde a classe média compreende e domina mais o inglês do que o idioma castelhano falado no Sul do mundo? São perguntas que nos inquietam e definitivamente podem apontar alguns dos caminhos possíveis.
Em geral somos muito impressionados com as instituições políticas das chamadas “democracias consolidadas”. Durante muito tempo o espelho retorcido foi a social-democracia europeia e, pasmem, não foi apenas a Força Tarefa da Lava Jato a useira e vezeira da cooperação e intercâmbio com instituições semelhantes dos Estados Unidos. Subestimando o imperialismo, não “batendo para dentro deles” (como por exemplo, fazendo política para as populações latino-americanas, não apenas as comunidades brasileiras) o período do lulismo nem combateu a mentalidade “miamera” e menos ainda enviou uma leva autóctone de “marielitos” com passagem só de ida.
Enfim, se há pouca saída política sem ao menos um pé no iluminismo (aceito esse ponto de partida), ao mesmo tempo, enfiamos as duas pernas até os dois joelhos no esterco infértil se não nos livramos do maldito imperialismo eurocêntrico que polui nossas mentalidades políticas.
Ao invés de fomentar a oposição e o dissenso em um a cada três cidadãos e cidadãs com passaporte dos EUA (a massa latino-americana e afro-americana), nós, como país soberano e sociedade dinâmica e industrial, mimetizamos a cultura urbana contemporânea da gentrificação em solo gringo. E isso ocorreu em pleno lulismo.
Não adianta, o ranço do marxismo vulgar atravessa a mentalidade da ex-esquerda e no lado oposto, as esquerdas trabalham as “identidades” de forma superficial. Ideologia não é nem superestrutura nem apenas estética e discurso vazio. Nunca foi tão grande a presença de capital não ocidental em nosso país e, simultaneamente, nunca tivemos uma mentalidade política tão parecida com o Império do Mal capitaneado na base pelos Fariseus Neopentecostais.
Comentário final
Vale uma comparação. A partir de 1960 especificamente a partir da formação da Organização dos Países Produtores de Petróleo, alguma política de preços foi obtida por Estados subalternos como Arábia Saudita e Irã.  Neste último, o famigerado governo absolutista do (xá) shah de confiança dos ingleses e gringos, Mohamed Rezã Shãh Pahlevi resolveu tomar a acertada medida de modernização do país. Mas, acompanhando a elevação dos preços do petróleo, injetou muito dinheiro na economia nacional, levando a um fenômeno conhecido como “desestruturação do tecido social”. Todas as classes com emprego formal melhoraram suas condições materiais, e, ao mesmo tempo, a sociedade ficou mais dependente de suas referências já constituídas, como o clero xiita. Diante da crise derivada por uma inflação por demanda, o regime se enfraquece e, rapidamente os Estados Unidos abandonam um de seus “monarcas de estimação”. O movimento reverso foi seríssimo, sendo que algumas instituições estatais se comportaram como estamento – as Forças Armadas iranianas, a partir de sua alta oficialidade – e ocuparam-se primordialmente na preservação de seus postos de poder.  -  (Aqui).

SÍNDROME DE MIDAS

                  "...Já pediram seu impeachment..."  /  "Merda! Bem
                  que o Macri, o Salvini e o Netanyahu me avisaram...".
Aroeira.
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.Bom dia 247 (26.09.19) - Lula explica
sua prisão: é o pré-sal ................................................. Aqui.

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.Clique Aqui para ler "Aliados de Bolsonaro vivem crises
 e Brasil ameaça ficar isolado", por Jamil Chade - Uol.

ECO FINAL


Bruno Aziz.

quarta-feira, 25 de setembro de 2019

VAZA JATO: DIÁLOGOS MOSTRAM QUE BARROSO ORIENTOU DELTAN NA LAVA JATO

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Na sessão desta data, 25, do Supremo foi visível o ar tenso reinante entre ministros. O ministro Fux, que a presidia, esmerou-se na busca do 'timing' ideal para acenar com o fim da sessão tão logo o relator Fachin concluísse o seu voto de três penosas horas. De repente, audiências 'inadiáveis' com advogados passaram a ter importância ímpar, e o ministro Barroso apressou-se em lembrar que governadores também estavam a aguardar. Interrompa-se, pois, a sessão, e que ela seja retomada 'mais tarde'. Tudo isso para que chegue o amanhã, porque amanhã, sim, será outro dia.


Vaza Jato: diálogos mostram que Barroso orientou Deltan na Lava Jato

Jornal GGN - “Barroso foi para guerra aberta. E conta conosco como tropa auxiliar”, escreveu o coordenador da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, o procurador Deltan Dallagnol, para os colegas em um chat no Telegram no dia 29 de março de 2018.
O tema da conversa era a prisão do ex-assessor do então presidente Michel Temer, José Yunes e o trecho que revela relação de proximidade entre o ministro do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso, e Deltan foi divulgado nesta quarta-feira (25), no blog de Reinaldo Azevedo, no UOL, em parceria com o The Intercept Brasil, no âmbito da série da Vaza Jato.
A reportagem revela ainda que Dallagnol conversou com Barroso para que substituísse Teori Zavascki, relator da Lava Jato no Supremo que morreu num acidente aéreo no dia 19 de janeiro de 2017.
12:11:18 – CarolPGR: Deltan, fale com Barroso
12:11:37- CarolPGR: insista para ele ir pra 2 Turma
12:18:07- Deltan: Há infos novas? E Fachin?
12:18:11- Deltan: Ele seria ótimo
13:54:21- CarolPGR: Vai ser definido hj
13:54:33- CarolPGR: Fachin não eh ruim mas não eh bom como Barroso
13:54:44 – CarolPGR: Mas nunca se sabe quem será sorteado
13:56:40- CarolPGR: Barroso tinha q entrar nessa briga. Ele não tem rabo preso. Eh uma oportunidade dele mostrar o trabalho dele. Os outros ministros devem ter ciúmes dele, pq sabem que ele brilharia na LJ. Ele tem que ser forte e corajoso. Ele pode pedir p ir p 2 turma e ninguém pode impedi-lo. Vão achar ruim mas paciência, ele teria feito a parte dele
14:11:37 – Deltan: Ele ficou alijado de todo processo. Ninguém consultou ele em nenhum momento. Há poréns na visão dele em ir, mas insisti com um pedido final. É possível, mas improvável.
14:30:16 – Deltan: Mas sua mensagem foi ótima, Caroll
14:30:24 – Deltan: Por favor não comente isso com ninguém
14:30:25 – Deltan: Please
14:30:29 – Deltan: Ele pediu reserva
14:30:31 – Carol PGR: clarooo, nem se preocupe
14:30:45 – Carol PGR: só lhe pedi para falar novamente com ele porque isso está sendo decidido hoje
14:30:52 – Deltan: Foi o tom do meu último peido
14:31:18 – Carol PGR: vamos rezar para Deus fazer o melhor
14:32:22 – Carol PGR: mas nosso mentalização aqui é toda em Barroso.
*Os textos das mensagens foram mantidos como no original, sem qualquer tipo de correção ou alteração.
Esse trecho trocado entre Deltan e a procuradora Anna Carolina Resende já havia sido divulgado pelo The Intercept Brasil em outra reportagem, do dia 12 de agosto, sobre a participação de Deltan na criação do “Instituto Mude”, organização não-governamental que vem pressionando políticos e ministros a tomarem decisões defendidas pelos membros da Lava Jato.
A retomada desse trecho na matéria divulgada hoje vem junto com outras mensagens trocadas entre Deltan e os colegas da Lava Jato revelando uma proximidade ainda maior entre o chefe da força-tarefa em Curitiba e o ministro Roberto Barroso.
No dia 13 de maio de 2017, por exemplo, a procuradora Anna Carolina perguntou para Dallagnol: “Deltan, vc tá em Oxford? Vi que Barroso foi e me lembrei q foi aí q vcs estreitaram laços.”
O estreitamento da relação entre Deltan e Barroso teve início no ano anterior a essa mensagem, no dia 19 de junho de 2016. “Estamos passeando aqui com o ministro barroso”, escreveu Deltan para a sua mulher naquela ocasião.
O papel de orientador de Barroso fica mais claro em outras conversas. Em dezembro de 2017, os procuradores da Lava Jato discutiam o indulto de Natal tornado público pelo então presidente Michel Temer que acabaria beneficiando presos da Lava Jato.
Na época, Diogo Castor de Mattos se sentiu confortável para lançar um artigo de opinião atacando Temer. “O referido decreto parece ter sido feito sob encomenda para os condenados da Lava-Jato (…) Ao editar o decreto, Temer demonstrou onde é capaz de chegar para aniquilar o combate à corrupção e à impunidade no Brasil”, escreveu.
O decreto de Temer acabou sendo suspendido parcialmente pela então presidente do Supremo, Cármen Lúcia. A decisão da ministra, concedida dia 28 de dezembro, foi informada por Deltan no chat com os colegas da Lava Jato, atribuindo ao ministro Barroso atuação em prol da Lava Jato dentro da Corte.
28 de dezembro de 2017
13:46:56 – Laura Tessler: Diogo, parabéns pelo artigo. Ficou muito bom.
13:50:32 – Diogo: Obrigado Laura!
17:03:20 – Deltan: Saiu a liminar. Carmem Lúcia suspendeu parcialmente o decreto. 

17:05:30 – Deltan: Caso distribuído para Barroso
17:05:52 – Deltan: Que cá entre nós me escreveu elogiando o artigo sobre o indulto 

17:06:13 – Deltan: A distribuicao pro Barroso foi o que pedi a Deus!!
A reportagem Intercept-Reinaldo Azevedo mostra ainda que o pacote das “70 Medidas Contra a corrupção”, organizada diretamente pelos procuradores da Lava Jato, também passou pelo escrutínio de Barroso. No dia 28 de maio de 2018, escreveu Deltan para os colegas:
22:54:18 – Deltan: Caros, comentei com Bruno, mas isso tem que ficar entre nós três, please. Hoje falei com Barroso, que gostou muito da ideia das medidas e da campanha da TI e vai divulgar. Passei pra ele os arquivos e materiais.
*”Bruno” é Bruno Brandão, da Transparência Internacional (TI).
Alguns dias antes, no dia 21 de maio de 2018, Dallagnol comentou com outros procuradores, em tom de entusiasmo, que faria uma palestra ao lado de Barroso.
09:03:11 – Deltan: Yep. Pela manhã, palestra na FIEP. Tentarei falar com Barroso, nem que seja no almoço, mas não sei se haverá momento propício. Questoes a abordar?
09:10:20 – O principal é saber qual é o clima do STF em relação a nós.
Anos antes, no dia 26 de julho de 2016, ao falar sobre as “Dez Medidas Contra a Corrupção”, que se tornou projeto de lei de origem popular, Deltan comentou com a procuradora Luciana Asper que também havia submetido o texto à análise de Barroso:
21:59:17- Deltan: Luciana, passei as 10 medias pro Min. Barroso, que tende a ser simpático a elas, pelo menos em sua maior parte. Ele se intererssou e disse que lerá no recesso…. é um apoio em potencial.

Barroso e os ataques ao Supremo

No dia 25 de abril de 2018, o procurador Júlio Noronha postou no chat do telegram uma reportagem da Folha de S.Paulo sobre críticas que Barroso fez ao Supremo, durante sua passagem na Universidade de Columbia, em Nova York, onde proferiu uma palestra.
20:49:58 – Julio Noronha: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2019/04/stf-esta-sob-ataque-e-sofre-momento-de-descredito-afirma-barroso.shtml
22:10:11 – Deltan: Engracado o momento em que quem nos desagrava é outro ministro e não a PGR
22:10:24 – Deltan: Um Barroso vale 10 PGRs.
Na ocasião, disse Barroso sobre o Supremo ter se tornado alvo de ataques: “A pergunta que me faço frequentemente é por que o STF está sob ataque, por que está sofrendo esse momento de descrédito. Bem, o que acho que está acontecendo é que há uma percepção em grande parte da sociedade e da imprensa brasileira de que o STF é um obstáculo na luta contra a corrupção no Brasil”.

Deltan é 89% Barroso

Um trecho curioso das mensagens mostra que os procuradores da Lava Jato fizeram um teste de brincadeira publicado na revista Veja para saber qual ministro do Supremo mais se identificavam.
18:07:33 – Michael Mohallem: https://complemento.veja.abril.com.br/brasil/teste-quem-e-voce-no-stf/
18:07:50 – Michael Mohallem: 75% fux😞
18:42:21 – Deltan: Ha!
18:42:23 – Deltan: Eu sabia

18:42:29 – Deltan: 89% Barroso.
A reportagem destaca que, até o mês passado, o escritório “Barroso Fontelles, Barcellos, Mendonça Advogados” (ex-“Luís Roberto Barroso & Associados”), hoje conduzido por um sobrinho do ministro Roberto Barroso, fazia a defesa de Dallagnol nos procedimentos que respondeu no Conselho Nacional do Ministério Público.  -  (Aqui).