terça-feira, 19 de novembro de 2019

"MUDANÇA CLIMÁTICA É INVENÇÃO DE ESQUERDISTA!"

Beto.
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.Bom dia 247 (19.11.19) - Attuch:
Bebanno entrega Moro ............................................ Aqui.

SOBRE A PROPAGANDA ELEITORAL PRESIDENCIAL 2020 NOS EUA

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A lógica é simples. Quem tem mais recursos, paga mais anúncios, aparece mais e também bate mais, ganhando a guerra da informação e a da desinformação.


A bilionária e feroz propaganda eleitoral nos EUA 

Por Tatiana Teixeira (Do OPEU - Observatório Político dos Estados Unidos)

Nos Estados Unidos, a propaganda eleitoral na mídia eletrônica e digital é paga, e os gastos, vultosos. Dos cerca de US$ 6,3 bilhões que teriam sido investidos em propaganda política na eleição presidencial de 2016, a previsão é que esse valor chegue a quase US$ 10 bilhões na disputa de 2020. Os números são do GroupM, que aponta um crescimento acelerado a cada ciclo eleitoral americano recente.

Um conjunto de fatores contribui para este aumento, de acordo com o diretor-executivo responsável por monitoramento e medição de mídia da Advertising Analytics, Kyle Roberts. Entre eles, a propaganda digital; o volume de recursos disponíveis, com a contribuição de um número cada vez maior de pequenos doadores (muito em virtude do alcance das redes sociais); a crescente e acirrada competição entre os partidos; e o incentivo fiscal por meio da redução de impostos.
Em geral, a retórica das campanhas eleitorais americanas – sobretudo a presidencial – é agressiva, difamatória e acusatória. Com a expansão das mídias digitais (com suas redes, nichos, algoritmos e possibilidade de anonimato) e com o avanço tecnológico, que facilita a infestação de robôs e a criação e a disseminação de fake news e de deepfakes, a expectativa é de uma escalada nesse aspecto belicoso.

Trump larga na frente

Se, em 2008, o fator Obama 2.0 ajudou o candidato democrata a derrotar o republicano John McCain, com o uso ostensivo da chamada Web 2.0, agora a situação se inverteu. Em termos de montante investido, número de anúncios (em quantidade e em variedade de conteúdo e de canais), criatividade e amplitude do alcance nas plataformas digitais, quem está na dianteira é o presidente Donald Trump.
Além de vir aprimorando a estratégia usada na eleição de 2016 e nas midterms de 2018, o ex-apresentador de reality show também conta com mais dinheiro em caixa. Parte desse sucesso pôde ser entendido quando veio à tona o escândalo da consultoria política Cambridge Analytica, envolvendo Trump, Facebook, o Super PAC John Bolton, (talvez) os russos, e o polêmico Steve Bannon, ex-diretor do site de extrema direita Breitbart News.
Com o noticiário da mídia tradicional dominado pela investigação do processo de impeachment, a presença on-line também é uma maneira de continuar divulgando sua versão dos fatos e a retórica do medo, aparecer de forma positiva, além de disseminar dúvida, desconfiança e raiva nos eleitores indecisos.
Como mostra o monitoramento de gastos feito pelo Facebook, por exemplo, quem mais gastou nesta rede social desde o início do ano foi o presidente Trump (US$ 14,6 milhões), seguido dos democratas Tom Steyer (US$ 10,7 milhões), Pete Buttigieg (US$ 5,41 milhões), Elizabeth Warren (US$ 4,28 milhões), Bernie Sanders (US$ 4,21 milhões) e Joe Biden (US$ 2,90 milhões). Com Brad Parscale responsável pela estratégia de propaganda para mídias digitais (especialmente Google, YouTube, Facebook, Instagram, WhatsApp e Messenger), a equipe de campanha de Trump já investiu mais de US$ 10 milhões neste tipo de anúncio em estados-chave como Michigan, Flórida, Wisconsin e Pensilvânia e deve chegar a US$ 1 bilhão em propaganda até as eleições, em novembro de 2020. É um nível de investimento sem precedentes neste estágio da campanha.
Em meio às polêmicas e sabatinas no Congresso sobre violação de privacidade, responsabilidade e papel das mídias sociais na disseminação e no controle de fake news, o Twitter anunciou, em outubro, que não permitirá mais propaganda política no microblog. A decisão vai no sentido contrário à do Facebook, que se mantém a favor destes anúncios pagos, alegando defesa da liberdade de expressão e de opinião. Em setembro, a rede de Mark Zuckerberg há havia informado que propagandas políticas não terão seu conteúdo verificado quanto à sua veracidade. Anúncios comprovadamente falsos não serão apagados.
De acordo com relatório divulgado pela Kantar CMAG pelo menos seis estados devem concentrar a atenção dos candidatos na corrida pela Casa Branca no ano que vem: os disputados Arizona, Wisconsin, Michigan, Pensilvânia, Carolina do Norte e Flórida. Iowa, Maine, Nevada e New Hampshire também devem receber um nível maior de anúncios, acrescenta a Kantar CMAG. Em estados com disputas acirradas para o Senado (como Arizona, Colorado, Maine, Carolina do Norte, Geórgia e Kentucky) e para os governos estaduais (especialmente Carolina do Norte, Kentucky, Montana, Mississippi e Louisiana), também se espera um fluxo grande de propaganda. A Advertising Analytics/Cross Screen Media estima que em torno de US$ 789 milhões serão gastos em anúncios nas disputas para o Senado e, para governador, pelo menos US$ 252 milhões.
A lógica é simples. Quem tem mais recursos, paga mais anúncios, aparece mais e também bate mais, ganhando a guerra da informação e a da desinformação. Na procura por fotos para ilustrar este Informe Opeu, o que se viu foi uma enorme disparidade na quantidade (em termos de volume e de variedade) de anúncios de campanha de Trump em relação a qualquer um dos pré-candidatos democratas com mais chances até o momento.

Financiamento de PACs e Super PACs

Idealizado como uma maneira de pulverizar as contribuições de campanha e diluir o peso dos grandes doadores, o Comitê de Ação Política (PAC) pode ser organizado por empresas, sindicatos, associações, ou grupos temáticos, para apoiar candidatos a cargos eletivos públicos. Eles arrecadam doações de diversas fontes, que são transferidas para os comitês partidários. De acordo com a Comissão Eleitoral Federal (FEC, na sigla em inglês), por mais de duas décadas, o número de PACs se manteve entre 3.800 e 4.600. No início do governo Obama, em 2009, havia 4.611. Tiveram um crescimento vertiginoso nos anos 1970, depois das emendas aprovadas em 1974 à Federal Election Campaign Act (FECA), de 1971, que impuseram limitações ao financiamento dos candidatos ao Congresso.

Em janeiro de 2010, no caso Citizens United v. Federal Election Commission, a Suprema Corte americana baniu a proibição de que recursos de empresas e sindicatos pudessem ser usados na política. Embora não possam fazer contribuições diretas para campanhas, agora estão autorizados a financiar grupos que enviam correspondências e publicam anúncios, promovendo aberta e nominalmente a eleição, ou a derrota, de candidatos federais (independent expenditures). Essa propaganda eleitoral deve ser independente, ou seja, sem vínculo partidário e sem combinações e arranjos de qualquer ordem com os candidatos. O quanto se é possível controlar e o quanto se monitora, efetivamente, é difícil de determinar.

Em março deste mesmo ano, em SpeechNow.org v. Federal Election Commission, a Corte Americana de Apelações para o Distrito de Colúmbia (U.S. Court of Appeals) considerou inconstitucional impor um teto para as doações de indivíduos, sindicatos e corporações a grupos dedicados exclusivamente às chamadas “despesas independentes”, assim como às electioneering communications. Proibidas desde a Bipartisan Campaign Reform Act, de 2002, ambas as situações são bastante parecidas em sua forma. A principal e tênue diferença entre elas é que, no segundo caso, não há apoio manifesto ao candidato. Ainda que seja explicitamente crítico, ou favorável, o conteúdo da mensagem é sugestivo e está inserido em um determinado contexto.

Com base nessas duas decisões, foi criado em julho de 2010 um novo tipo de PAC: o Super PAC. De acordo com a FEC, os PACs podem contribuir com até US$ 5 mil por eleição para o comitê de campanha de um candidato; com até US$ 15 mil para qualquer comitê nacional partidário; e com até US$ 5 mil por ano para qualquer outro PAC. Já no modelo Super PAC, conforme descrito acima, não há contribuições a candidatos, nem a partidos diretamente, mas esses comitês podem arrecadar e fazer investimentos independentes ilimitados, publicando anúncios e comerciais e enviando e-mails e outras correspondências para defender, ou atacar, candidatos. Os Super PACs têm investido cada vez mais em propaganda negativa.

Outra mudança recente decorre do caso McCutcheon v. FEC, de 2014, no qual a Suprema Corte pôs fim ao teto estabelecido ao valor que um indivíduo poderia contribuir para candidatos, partidos e PACs em seu conjunto.

Redes sociais, deepfakes e desinformação

Nas eleições de 2016 e de 2018, as fake news foram um recurso amplamente usado. Em 2020, a disseminação de vídeos deepfake deve potencializar a desinformação a um nível recorde. Com a velocidade de viralização na web e nos aplicativos de mensagens instantâneas, o estrago à reputação pode ser incalculável e irreparável. No caso de material de propaganda com conteúdo deepfake, alguns estados, como Texas e Califórnia, já aprovaram leis que criminalizam o uso deste recurso, se o intuito for interferir e perturbar as eleições.
A preocupação não é banal.
Em junho, por exemplo, o vídeo de um discurso da presidente da Câmara de Representantes, Nancy Pelosi, teve sua velocidade diminuída para fazê-la parecer grogue, ou com algum tipo de problema na fala. Apesar da qualidade rudimentar, longe do efeito bastante realista de um deepfake, houve quem acreditasse que o material era verdadeiro.
Neste semestre, alegando “imprecisão”, a rede CNN e outras emissoras de televisão se recusaram a divulgar um anúncio republicano que apresentava os imigrantes como uma grave ameaça aos Estados Unidos, assim como outros dois sobre a investigação de impeachment em andamento na Câmara de Representantes. Um deles acusa o ex-vice-presidente Joe Biden de corrupção, em alusão a atividades com a Ucrânia.
Uma pesquisa recente do Pew Research Center aponta que, para 68% dos americanos, notícias e informações falsas afetam sua confiança nas instituições governamentais. Além disso, metade dos entrevistados considera as fake news um grande problema para o país, maior do que terrorismo (34%), imigração clandestina (38%), racismo (40%) e sexismo (26%).
Em um país onde o voto não é obrigatório e onde, historicamente, o interesse pelas eleições se manteve de baixo a moderado, a desconfiança das instituições políticas é uma brecha perigosa em tempos de acentuada polarização e de populismo trumpista.  -  (Fonte: Aqui).
Tatiana Teixeira é editora do OPEU, pesquisadora do INCT-INEU e do Núcleo de Estudos e Análises Internacionais (NEAI-Ippri/Unesp) e assistente editorial da revista Sul Global, do Instituto de Relações Internacionais e Defesa da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IRID/UFRJ).

segunda-feira, 18 de novembro de 2019

OBVIOUS CARTOON

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Veneza Sob (mais) Águas.
Ecos das Mudanças Climáticas?


Patrick Chappatte. (Líbano/Suíça).

OLHO NOS VÍDEOS (18.11.19)


Olho nos Vídeos


.Blog da Cidadania - Eduardo Guimarães:
STF empurrado à esquerda ......................... AQUI.

.Caixa-Preta - Ana Roxo e Alberto Villas:
O que vai pelo Caixa ................................... AQUI.

.Paulo A Castro:
Apreensivos, procuradores apelam ao Senado  AQUI.
(Noite:) E agora, STF? ................................ Aqui.

.Reinaldo Azevedo:
O É da Coisa .............................................. Aqui.

.Click Política - João Antonio:
Surge prova cabal contra Moro ..................... Aqui.
Até OCDE condena Sérgio Moro .................... Aqui.

.Aquias Santarem:
Ex-juiz Sérgio moro é fielmente blindado ....... Aqui.

DA SÉRIE CADA JUIZ, UMA SENTENÇA (OU: OS FALSOS ECOS DO JULGAMENTO DAS ADC'S PELO STF)

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"Este texto é um alerta. Com minha chatice epistêmica. O que quero dizer é que NÃO podemos perder uma garantia constitucional  como a presunção da inocência  por causa de falsas narrativas."
Alerta para lá de oportuno. Definitivamente, falar para certos 'doutrinados' sobre garantias constitucionais, a exemplo da atinente à presunção de inocência, constitui inominável ofensa, acintosa heresia. Devotados, virtuosos adeptos do direito penal do inimigo, defendem a tese de que quaisquer barbaridades praticadas contra seus oponentes são plenamente justas, revogadas as disposições em contrário. 


Juiz boicota STF ao soltar condenado a 29 anos! E Mazloum salva o dia! 
Por Lênio Streck 
Da série Neste País Ninguém Morre de Tédio, vem de Cascavel (PR) a mais nova pérola da Justiça, não por seu equívoco, mas pelo que representa, no plano simbólico, como perigo para a institucionalidade de uma decisão do Supremo Tribunal. A matéria é de Fernando Martines, aqui da ConJur, que descreve magnificamente o imbróglio. Assim se faz jornalismo: mostra um fato e compara com outro, da mesma natureza e desvela a contradição.
Explico: um juiz de Cascavel, encarregado da Execução Penal, determinou a soltura (aqui) de um homem condenado por homicídio com base (sic) no novo entendimento do Supremo Tribunal Federal.
Até aí, tudo bem. Ocorre que a decisão não está fundamentada e interpreta, erroneamente, a decisão da Suprema Corte. Com efeito, o condenado deve cumprir pena de 29 anos. Condenado, a única coisa que restava no plano recursal eram embargos declaratórios. Bom, é o que dá para entender da decisão.
O que fez o juiz? Sem qualquer fundamentação, mandou soltar o condenado. Automatizou a decisão das ADCs. Sem mais, nem menos. Eis aí o perigo que denunciei tantas vezes. O STF não decidiu isso. Mas o juiz, ao que parece, resolveu, nesse caso, ser um exegeta do século XIX.
Na verdade, isso me cheira a boicote. Logo, logo, um senador ou deputado esgrimirá a decisão de sua excelência e dirá: “ — viram? Eis o que o STF fez”.
Já fico imaginando os grupos de WhatsApp — essas novas células terroristas de IA (ignorância artificial)  repletas de gente vestida com a camiseta da CBF, espalhando “a novidade”. Além de dizerem “viram? Um assassino de um policial condenado a 29 anos está solto por causa da decisão do STF”, dirão mais: “Pobre do juiz de Cascavel — nada tinha a fazer, senão soltar o meliante — tudo culpa do STF”. Que coisa, não?
Isso está errado. Não pode ser assim. Todos sabemos  e até as pedras o sabem  que não mais do que 5 mil pessoas serão beneficiadas pelo julgamento. Ninguém sai automaticamente. O CNJ e o STF já alertaram para isso, afastando a mentira de que seriam 190 mil presos. Pois não é que o juiz resolveu peitar esses números, mostrando que a decisão do STF devia ser aplicada automaticamente? Interessante, para quem tiver paciência, é ler os comentários de advogados e policiais à decisão do juiz de Cascavel. Todos a favor da decisão, porque, eles, os comentaristas, são… contra a decisão do STF. Veem a decisão como uma espécie de vendeta. Eis o triste resultado de anos e anos de ensino jurídico deficitário. O certo vira errado, o errado vira certo. O que fizeram com o Direito?
Ora, quando fomos ao STF buscar a preservação de uma garantia constitucional (presunção da inocência), não agimos sem responsabilidade institucional e política. Não foi para sacramentar a impunidade. Cada réu tem direito à garantia, desde que obedecidos os requisitos legais-constitucionais. Sempre deixamos isso muito claro. Pela milionésima vez: o STF não proibiu que se prenda após decisão de segundo grau ou decisão de júri.
O que não foi examinado pelo juiz de Cascavel: (i) o sujeito estava preso apenas pela razão da possibilidade até então de execução provisória ou há motivos no caso para ele permanecer preso ou ser posto em liberdade? (ii) Efeito vinculante não exclui análise do caso concreto; (iii) Qualquer norma exige concretização-fundamentação; (iv) A decisão judicial não substitui automaticamente a do juiz de execução; (v) Ao aplicar automaticamente, o juiz paradoxalmente está negando jurisdição; (vi) Efeito vinculante não é avocatória.
Esperamos que o MP recorra da decisão, já que seu parecer foi contrário. Não fosse por outra coisa, a decisão do juiz carece de fundamentação. Prisão e liberdade são conceitos bem definidos. Requisitos de prisão e possibilidades de liberdade possuem conceitos bem delimitados na dogmática processual. Se o juiz de Cascavel tiver razão, então, de fato, 190 mil presos sairão. Afinal, bastaria ter recurso em andamento para ser solto. Automaticamente.
No caminho certo, ainda bem que existem juízes como Ali Mazloum, da 7ª Vara Federal em São Paulo, quem expediu alvará de soltura e logo em seguida decretou prisão preventiva para um homem que aguarda julgamento de recursos. Simples assim. Claro que tem aí o problema da prisão de ofício. Há que ter pedido do MP. Mas aqui a questão que importa é mostrar que a narrativa de que não pode prender em segundo grau é falsa. Se tem requisitos e pedido do MP, pode. Se não tem requisitos, solta. E não se deve esquecer as cautelares substitutivas. Venho dizendo isso há meses e meses. O juiz de Cascavel bem que poderia se inspirar em Ali Mazloum. Leiamos:
Impende registrar, por fim, que o caso destes autos demonstra ser descabido o discurso apocalíptico de alguns setores da sociedade, de que a decisão de nossa Suprema Corte causaria impunidade”.
Corretíssimo. Quantas vezes escrevi sobre isso aqui na ConJur? (Por todos, este: É o Direito, estúpido. Eis o jogo dos sete erros da presunção da inocência). E Mazloum confirma o que falei, dizendo, na decisão, que “continuarão presos aqueles que devem assim permanecer, tendo em vista que sempre haverá a possibilidade de se decretar prisão cautelar” (leiam aqui a matéria do Tiago Angelo, do ConJur).
Era exatamente o caso do acusado em Cascavel, que não poderia ser solto automaticamente do modo como fez o juiz. Espero que isso seja corrigido imediatamente, antes que um senador faça um discurso apocalíptico da tribuna para mostrar que se deve aprovar uma PEC e derrubar uma cláusula pétrea da Constituição.
Não é fácil defender o Direito neste país. Mas não é, mesmo. Vejam que, sob pretexto de defender a lei (ou uma decisão do STF), o juiz de Cascavel fez o contrário. Na verdade, foi um boicote às avessas da decisão do STF.
Este texto é um alerta. Com minha chatice epistêmica. O que quero dizer é que NÃO podemos perder uma garantia constitucional  como a presunção da inocência  por causa de falsas narrativas.  -  (Fonte: ConJur - Aqui).
 (Lênio Luiz Streck é jurista, professor de Direito Constitucional e pós-doutor em Direito).

BOLÍVIA: O GOLPISMO ESCANCARADO

Ribs.
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.Bom dia 247 (18.11.19) - Attuch:
Sobre Lula e Moro .................................................. Aqui.
.TV Solnik - Alex Solnik:
Folha de S Paulo 18.11 + todas as paródias .......... Aqui.

A BOLÍVIA E OS FOCOS DE TIO SAM

Latuff.
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"Tio Sam quer, sim, o gás boliviano, mas quer mais ainda é o lítio, mineral estratégico do qual a Bolívia detém as maiores reservas mundiais!"
"Oh yeah!"

POLARIZAÇÃO POLÍTICA: DEMOCRACIA CONTRA EXCRESCÊNCIAS

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Oportunamente "...continuaremos com essas breves sinopses de livros políticos recentes para reflexão sobre a atual Zeitgeist. Significa espírito de época, espírito do tempo ou sinal dos tempos."


Polarização política: democracia contra racismo, misoginia, homofobia e fascismo 

Por Fernando Nogueira da Costa

Política é a ação coletiva para reivindicar direitos da cidadania: civis, políticos, sociais, econômicos, de minorias, etc. Segundo os diagnósticos apresentados nos livros lançados recentemente, estamos vivendo Era do Fim do Machismo, Era da Morte ou Fim das Democracias, Era do Populismo de Direita, Era do Neofascismo, Era da Mente Americana Mimada, Era da Pós-Verdade (Morte da Verdade) e/ou a Era Pós-Políticas Identitárias.
Michael Kimmel, no livro “Angry White Men: American Masculinity At The End Of An Era” (2013), indica: os acusados de defesa da Supremacia Branca com raiva doentia colocam a culpa do mal-estar sentido por eles em corporações gananciosas, legislaturas impassíveis, governos locais e estaduais complacentes. Há mudanças culturais capazes de enfurecerem os autodenominados nativos norte-americanos, isto é, os descendentes dos WASP responsáveis pelo genocídio dos nativos indígenas.  Furiosos denunciam:
  1. as mulheres estão mais seguras hoje em comparação a qualquer outra época de nossa sociedade, 
  2. os LGBT são mais aceitos e livres para amar quem amam, e 
  3. as minorias raciais e étnicas enfrentam menos obstáculos em seus esforços para se integrarem plenamente na sociedade americana.
Acabou a Era do Direito Masculino Inquestionável e Incontestável. Este livro de Kimmel é sobre aqueles homens ainda não cientes disso ou aqueles capazes de sentirem “a mudança no vento”, mas determinados a “conter a maré”.
A questão-chave para Steven Levitsky e Daniel Ziblatt, no livro “Como a democracias morrem” (2018), é outra: democracias tradicionais entram em colapso? Respondem: democracias ainda morrem, mas por meios diferentes. Desde o final da Guerra Fria, a maior parte dos colapsos democráticos não foi causada por generais e soldados, mas pelos próprios governos eleitos. 
Líderes eleitos subverteram as instituições democráticas em países como Geórgia, Hungria, Filipinas, Polônia, Rússia, Sri Lanka, Turquia, Ucrânia, Nicarágua, Peru, Venezuela, Bolívia. O Brasil assumiu esse risco a partir da eleição em 2018 sem debate público de um programa governamental e posterior anúncio de um programa ultraliberal dos Chicago’s Oldies. A recessão democrática hoje começa nas urnas.
São quatro principais indicadores de comportamento autoritário:
  1. Compromisso débil com as regras democráticas do jogo: sugerem a necessidade de medidas antidemocráticas, como cancelar eleições, emendar, violar ou suspender a Constituição, proibir certas organizações ou restringir direitos civis ou políticos básicos; 
  2. Negação da legitimidade dos oponentes políticos: acusa seus rivais constituírem uma ameaça, seja à segurança nacional, seja ao modo de vida predominante;
  3. Tolerância ou encorajamento à violência: laços com gangues armadas, forças paramilitares, milícias, guerrilhas ou outras organizações envolvidas em violência ilícita;
  4. Propensão a restringir liberdades civis de oponentes, inclusive a mídia: leis para impor restrições aos protestos e às críticas ao governo em partidos rivais, na sociedade civil ou na mídia.
David Runciman, no livro “Como a democracia chega ao fim” (2018), alerta para os três maiores riscos vivenciados atualmente:
  1. o risco de golpes de Estado: tomada das instituições democráticas pela via armada ainda é hipótese realista.
  2. o risco de uma catástrofe: a democracia entrará em colapso se todo o resto desmoronar por guerra atômica, mudança climática calamitosa, bioterrorismo, surgimento de inteligência artificial e desemprego tecnológico, provocado por robôs, qualquer um desses fatores pode acabar com a política democrática.
  3. a ameaça da tecnologia: robôs inteligentes ainda estão longe de existir, mas máquinas semi-inteligentes, encarregadas de minerar dados ou influenciar a tomada decisões em nosso nome, aos poucos estão se infiltrando em boa parte das nossas vidas, indo contra a privacidade e manipulando a opinião de segmentos sociais pela investigação de seus comportamentos habituais – em uma privacidade hackeada para interferir em eleição.
Jan-Werner Muller se pergunta: “O que é o populismo?” (2016). O termo “populista” tem sido usado regularmente como sinônimo de “antiestablishment”, de maneira independente de qualquer ideia política. Os populistas se apresentam como “zangados” ou “raivosos” para atrair eleitores “frustrados” ou sofrendo de “ressentimento”. Todo político eleito, especialmente em democracias dirigidas por pesquisas de opinião, apela para falar em nome de “o povo”, isto é, a eventual maioria eleitoral em uma circunstância política ou comportamental ultrapassada.
É possível reconhecer e lidar com o populismo de três maneiras:
  1. o populista é crítico às elites, não só as econômicas, mas as intelectuais, incentivando o anti-intelectualismo;
  2. os populistas são sempre contra as minorias, desafiando: “Somos o povo. Quem é você?!”
  3. o populismo tende a representar um perigo para a democracia, porque esta requer o pluralismo e o reconhecimento de precisarmos tolerar termos justos de vida juntos como cidadãos livres, iguais, mas também irredutivelmente diversos.
Yascha Mounk, no livro “O Povo Contra A Democracia” (2018), afirma: o que define o populismo é a reivindicação de representação exclusiva do povo — e a relutância em
tolerar a oposição ou respeitar a necessidade de instituições independentes.  Por isso, com tamanha frequência ela põe os populistas em rota de colisão direta com a democracia liberal. A probabilidade de um populista causar um estrago duradouro à democracia é quatro vezes maior em lugar de outros tipos de governantes eleitos. Porém, em muitos casos, uma oposição disciplinada e atuante tem conseguido fazer frente às tentativas do governo de expandir seus poderes além das leis.
A experiência de outros países sugere três lições principais:
  1. a oposição sempre subestima o populistadeixando de enxergar a astúcia sob suas bravatas: com frequência, esse desdém pela figura de proa do populismo vem acompanhado de arrogante depreciação de seus partidários.
  2. os opositores dos populistas muitas vezes deixam de trabalhar unidos até se verem juntos na impotência: aflitos e apavorados, os adversários do populista começam a fazer o jogo político da pureza, impondo testes ainda mais decisivos a seus potenciais parceiros e recusando-se a abraçar antigos aliados hoje dissidentes do populista.
  3. os oponentes dos populistas muitas vezes deixam de planejar uma perspectiva positiva para um país melhor: em vez de tentar convencer seus colegas cidadãos de eles poderem oferecer benefícios tangíveis, concentram-se apenas em denunciar as falhas de seu inimigo – e os eleitores anti-establishment pouco importam com os maus hábitos de quem elegeram.
A oposição necessita aprender a lidar com os socialmente ressentidos. A maioria dos partidários dos populistas tem plena consciência de seu líder mentir, disseminar mensagens de ódio e não passar de um bronco. Mas, convencidos de os políticos tradicionais nada terem a lhes oferecer, é precisamente essa postura antissistema o atraente nele, por exemplo, o capitão de modo toscos contra a inteligência. 
Sempre existe a chance, dizem a si mesmos, de o populista realizar uma fração de suas promessas irreais. Pelo menos, o populista vai poupá-los da hipocrisia envaidecida da velha-guarda. Jovens desqualificados pelo mercado de trabalho exigente de preparação mais adequada à atual revolução tecnológica se tornam anti-establishment.
Madeleine Albright, ex-Secretária do Estado no governo Clinton, no livro “Fascismo: Um alerta” (2018), relembra uma experiência vivenciada. O fascismo ganhou vida no início do século XX, quando o nacionalismo ressurgiu, somando-se à ampla decepção com o fracasso da democracia representativa em manter-se no compasso de uma revolução industrial impulsionada pela tecnologia. Muitas pessoas não conseguiam achar trabalho. Com a aristocracia desacreditada, a religião sob escrutínio e velhas estruturas políticas se dividindo, a doutrina de autodeterminação nacional dava esperança.
A doutrina fascista é vinculada a um nacionalismo populista fanático e à reversão do contrato social: em vez de cidadãos darem poder ao Estado em troca da proteção de seus direitos, o poder emana do líder e as pessoas não têm direitos. Sob o fascismo, a missão dos cidadãos é servir; o trabalho dos governantes, ditar as regras; e o de milícias paramilitares, atacar com poder de fogo.
Em próximo post, continuaremos com essas breves sinopses de livros políticos recentes para reflexão sobre a atual Zeitgeist. Significa espírito de época, espírito do tempo ou sinal dos tempos.  -  (Fonte: Jornal GGN - Aqui).
(Fernando Nogueira da Costa – Professor Titular do IE-UNICAMP. Autor de “Métodos de Análise Econômica” [Editora Contexto; 2018]).

DA SÉRIE FLAGRANTES DA VIDA AMBIENTAL


Duke.

domingo, 17 de novembro de 2019

OLHO NOS VÍDEOS (17.11.19)


Olho nos vídeos


.TV Solnik - Alex Solnik:
Collor prevê queda de Bolsonaro ................... AQUI.

.Blog da Cidadania - Eduardo Guimarães:
Lula - candidato do centro? .......................... AQUI.

.Click Política - João Antonio:
Confusão no TRF4: revisor confronta relator ... AQUI.
Gilmar deplora GloboNews ........................... AQUI.
Ecos das manifestações contra Gilmar ............ Aqui.
Jovem Pan sob 'fogo amigo' .......................... Aqui.
Lula e o 'caldeirão' Recife .............................. Aqui.

.Blog do José - José Fernandes Jr:
O engano e os enganados ............................ AQUI.

.Paulo A Castro:
O laranjal e o aumento da miséria ................ AQUI.

NON SENSE CARTOON


Angel Boligan. (México).

O BURACO NEGRO E O MAL NO FILME 'PORTALS'

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"Em 5 de agosto de 2020, um centro de pesquisa em algum lugar do planeta criou o primeiro buraco negro artificial e ativo. Imediatamente depois, criou algum tipo de ruptura cósmica, desencadeando uma série de apagões em todo o planeta. Além da convulsão social nas grandes metrópoles e a explosão da violência, milhares de portais negros surgem em diversas partes."


O buraco negro e o Mal no filme 'Portals' 

Por Wilson Ferreira 

Portais interdimensionais têm uma má fama no cinema: em uma longa lista de filmes como “Stargate”, “Quero Ser John Malkovich”, “Monstros S/A”, “Alice no País das Maravilhas”, “Bandidos do Tempo”, “Donnie Darko”, “Os Vingadores” etc. portais são aberturas para mundos estranhos, desequilíbrios cósmicos e passagem através da qual demiurgos tentam invadir nosso mundo. “Portals” (2019) traz inovação ao tema: é uma antologia não episódica de curtas sci-fi e terror cujas narrativas correm em paralelo e se conectam no mesmo tema – o primeiro buraco negro artificial foi criado, provocando um apagão energético global e o aparecimento de misteriosos portais que podem surgir em qualquer lugar a qualquer momento: no meio de um Call Center, num estacionamento subterrâneo de shopping center e no meio de uma estrada. A Ciência tenta compreender as leis últimas da realidade. Mas pode se deparar com o elemento que participa da Criação desde o início: o Mal. (Mais uma sugestão do nosso colaborador Felipe Resende).

Certa vez o roqueiro Ray Manzarek, tecladista da lendária banda The Doors de Jim Morrison, disse: “Há coisas que você não sabe, e coisas que sabe... e no meio estão portas”, explicando o significado do nome da banda.
E o que há do outro lado desses portais? Essa é a pergunta do filme Portals (2019), uma antologia de ficção científica e terror (uma coleção de curtas-metragens relacionados por tema) com uma recorrente atmosfera da série clássica Além da Imaginação.
A primeira surpresa é que não é um filme de antologia comum: temos quatro diretores com diferentes plots narrativos (“Call Center”, “The Other Side”, “Sarah”). Porém, a novidade que as histórias não são sequências como episódios. Elas se interpenetram em flashbacks e flashforwards em minutos ou meses em torno de um evento global: um misterioso blackout, efeito colateral resultante de experiência mal sucedida em um acelerador de partículas em um laboratório de algum lugar do planeta – o resultado foi a criação do primeiro buraco negro artificial criado pelo homem.
São diretores bem conhecidos no gênero como Eduardo Sanchez e Gregg Hale (“Call Center”), produtores e diretores de A Bruxa de Blair (The Blair Witch Project, 1999). 
A segunda surpresa tem a ver com a frase de Ray Manzarek: outro misterioso efeito colateral foi o surgimento de inúmeros portais em todo o planeta, com um design muito parecido com o monólito negro de 2001 – Uma Odisseia no Espaço. Para onde nos levam esses portais? Mundos alternativos? Versões melhores das nossas vidas? Segundas chances? Recuperar aquilo que perdemos?
É algo que de início Portals sugere: revisitar o velho lugar-comum do mito da segunda chance - a busca de uma segunda oportunidade na qual pudéssemos consertar nossos erros ou recuperar alguém querido que perdemos.
Mas as coisas vão se tornando mais complexas e sombrias, como espelhos distorcidos de nós mesmos. Mas também há algum tipo de inteligência interdimensional. Seres com algum tipo de experimento amoral no qual podemos ser meras cobaias.


O resultado dessa antologia não-episódica é desigual, com altos e baixos que vai do horror psicológico ao mais puro gore com sangue e cabeças explodindo. Mas Portals é uma experiência intrigante pois há dois temas gnósticos que unificam as micro-narrativas: a inconsistência da realidade como uma espécie de constructo cujo tecido pode romper a qualquer momento, revelando outras realidade; e, justamente por isso, a instabilidade da Ciência – como ela lida com uma realidade quântica (instável, repleta de porosidades e intercambialidades), torna-se igualmente incerta. Ela pode abrir portas que jamais deveriam ser abertas. Abrir-se para uma realidade que não é nada benevolente. Pode revelar o Mal, intrínseco à criação do nosso cosmos.

O Filme

Em 5 de agosto de 2020, um centro de pesquisa em algum lugar do planeta criou o primeiro buraco negro artificial e ativo. Imediatamente depois, criou algum tipo de ruptura cósmica, desencadeando uma série de apagões em todo o planeta. Além da convulsão social nas grandes metrópoles e a explosão da violência, milhares de portais negros surgem em diversas partes.
O fenômeno é aleatório e imprevisível, produzindo misteriosas anomalias comportamentais – os portais parecem estabelecer algum tipo de comunicação em alta frequência que provoca bizarras mudanças comportamentais violentas. Algumas pessoas parecem ser atraídas a atravessarem para alguma outra dimensão.
O filme abre com o curta “Other Side”, dirigido por Liam O’Donnell. Acompanhamos uma família que organizam as malas para fugirem de carro do caos urbano. Que sobreveio ao apagão. 


Adam (Neil Hopkins) é o pai que dirige o carro por uma estrada numa paisagem desértica. “Desde que eu possa ver seu rosto, estamos seguros”, diz para a pequena filha no banco de trás para ao virar-se ser pego de surpresa por um portal que apareceu repentinamente no meio da pista. 
A cena é impactante, para ser cortada para o outro curta da antologia: “Call Center”. A sequência ocorre em um centro de um Disque 911 de emergências. No exato momento que é atingido pelo apagão global. As ligações acumulam-se, mas sem GPS é impossível localizar qualquer ocorrência.
Até surgir repentinamente, no meio do escritório, um dos misteriosos portais negros. Os atendentes entram em pânico. Um deles, o mais psicologicamente vulnerável e paranoico, acredita que o portal se comunica com ele. Pega um revólver e tenta obrigar a todos a passarem pelo portal que brilha emitindo sons dolorosos.
O próximo curta é “Sarah” (dirigido por Timo Tjahjanto), sobre duas irmãs em Jacarta, na Indonésia, discutindo no interior um enorme estacionamento subterrâneo de um shopping. As luzes apagam e um portal aparece. Jill (Nastasha Gott) está grávida (enquanto a irmã Sarah – Salvita Decorte - perdeu uma gravidez recentemente) e é estranhamente atraída para o portal, junto com outras pessoas que passam a caminhar com zumbis na direção do misterioso objeto.


Sarah tenta desesperadamente impedi-la, enquanto um grupo zumbi age com violência para permitir que Jill entre no portal.

O Portal e o Mal

Os três curtas alternam-se em montagem paralela, mas todos estão unidos pela mesma questão: qual a natureza dos portais? Qual o propósito da inteligência por trás deles? Esses portais nos conduzem aos nossos sonhos? Recuperar tudo aquilo que perdemos ou desejamos?
O curioso é o papel da Ciência em Portals. Desde o início, tudo foge do controle: o experimento do buraco negro artificial, as teorias propostas por dois físicos no início do filme e a aplicação final da hipótese.
Portals começa como um mockumentary: uma dupla de físicos descreve os eventos que ocasionaram todo o caos planetário. 


O filme comprova que portais no cinema sempre tiveram má fama: sempre resultam em aberturas para estranhos mundos, desequilíbrios cósmicos e passagem que demiurgos malignos encontram para invadir nosso mundo – Stargate, Quero Ser John Malkovich, Monstros S/A, Harry Porter, Alice no País das Maravilhas, Bandidos do Tempo, Donnie Darko, The Final Countdown, Vingadores e uma longa lista de filmes com portais traiçoeiros e catastróficos.
Magia, forças fantásticas, poderes de super-heróis e até mesmo experimentos científicos estão no ranking dos elementos que abrem portas para outros mundos. Mas Portals explora a “ciência dura” – aceleradores de partículas, física quântica, ondas e frequências.
A Ciência acredita que poderá encontrar as leis últimas da Natureza para melhor controlá-la, como tenta a dupla de estoicos cientistas em Portals. Mas poderá revelar o elemento último que participa da Criação desde o início: o Mal.

Ficha Técnica 


Título: Portals
Diretor: Gregg Hale, Liam O’Donnell, Eduardo Sánches, Timo Tjahjanto
Roteiro: Sebastian Bendix, Liam O’Donnell, Timo Tjahjanto, Christopher White
Elenco: Salvita Decorte, Natasha Gott, Neil Hopkins, Keith Hudson, Paul Mcarthy
Produção: Bloody Disgusting, Boulderlight Pictures
Distribuição: Screen Media Film
Ano: 2019
País: EUA

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