domingo, 23 de fevereiro de 2020

sábado, 22 de fevereiro de 2020

ELES DISSERAM - EM VÍDEO(S)


.José Fernandes Jr (Advogado, professor de Direito
Constitucional, titular do Portal do José):
Dólar a R$ 4,40 e outros temas ........................................ Aqui.

.Paulo A Castro:
A era do caos ..................................................................... Aqui.

SERIOUS CARTOON


Brum.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

ELES DISSERAM - EM VÍDEO(S)


.Alberto Villas (No Nocaute, Blog liderado
por Fernando Morais):
Vem aí o Carnaval ..................................................... Aqui.

.Reinaldo Azevedo (Na Rádio BandNews FM):
O É da Coisa .............................................................. Aqui.

.Paulo A Castro (Perito do trabalho residente no
interior da Bahia, crítico contundente, sem papas
na língua, ferrenho defensor da Constituição, o
que faz num estilo despojado e autêntico):
Elos entre o miliciano e donos do poder .................. Aqui.

PARTIU MOJICA

José Mojica Marins - Cineasta Brasileiro
(Mar 1936 - Fev 2019)

Cau Gomez.
....
.Bom dia 247 (21.02.20) - Attuch:
Guedes sob pressão e caos policial ........................................ Aqui.

ELES DISSERAM - EM VÍDEO(S)


A seguir, dois vídeos políticos produzidos por crítico que há tempos se debruça sobre o cenário Brasil e ou o panorama internacional:

.Paulo A Castro (Um crítico que 
não disfarça sua posição política):
As críticas infundadas do general Heleno (19.02.20) ............... Aqui.
No exército, a ordem é evitar associação
com Bolsonaro (20.02.20) ........................................................ Aqui.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

DA ARTE DE PRODUZIR BANANAS

Fred.
....
.Bom dia 247 - (19.02.20):
Cid baleado e o Brasil na barbárie ................................... Aqui.
.Bom dia 247 - (20.02.20):
Quem tem medo do Fora Bolsonaro .................................Aqui.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

NÃO À PRIVATIZAÇÃO


Cláudio Duarte.

DA SÉRIE IDEIAS MAIS BATIDAS DO MUNDO


Lute.

DIAS ESTAPAFÚRDIOS


"A Folha publicou agora á noite um longo e duro editorial como reação à abjeção cometida por Jair Bolsonaro contra sua repórter Patrícia Campos Mello:
O chefe de Estado comporta-se como chefe de bando. Seus jagunços avançam contra a reputação de quem se anteponha à aventura autoritária. Presidentes da Câmara e do Senado, ministros do Supremo Tribunal Federal, governadores de estado, repórteres e organizações da mídia tornaram-se vítimas constantes de insultos e ameaças.
Há método na ofensiva. Os atores agredidos integram o aparato que evita a penetração do veneno do despotismo no organismo institucional. Bolsonaro não tem força no Congresso nem sequer dispõe de um partido. Testemunha a redução de prerrogativas da Presidência, arriscada agora até de perder o pouco que lhe resta de comando orçamentário.
Escolhe a tática de tentar minar o sistema de freios e contrapesos. Privilegia militares com verbas, regras e cargos, e o exemplo federal estimula o apetite de policiais nos estados. Governadores são expostos por uma bravata presidencial sobre preços de combustíveis a um embate com caminhoneiros.
Pistoleiros digitais, milicianos e uma parte dos militares compõem o contingente dos sonhos do presidente para compensar a sua pequenez, satisfazer a sua índole cesarista e desafiar o rochedo do Estado democrático de Direito.
Ok, muito bem.
Mas é preciso fazer o rochedo mover-se, porque as instituições estão acovardadas e precisam ser desafiadas a agir, porque a maior arma das ditaduras é a intimidação. E que os monstros, quanto mais se os tolera, maiores ficam.
É preciso desafiar, como é de sua competência, a Procuradoria Geral da República a acionar, junto com a colega ofendida, pela difamação evidente.
Se o senhor Aras acoelhar-se e não quiser cumprir seu dever, ao menos que a Nação saiba que não tem mais fiscais da lei. Aliás, talvez, nem mesmo leis.
Veremos se a Folha, como é seu dever, colocará seu texto em primeira página, porque não é uma notícia qualquer."


(De Fernando Brito, em seu Blog Tijolaço - Aqui -, matéria intitulada "Folha reage a Bolsonaro: 'chefe de bando'".
Teatro do Absurdo é "...é um movimento artístico-cultural, espécie de gênero teatral, que surgiu no começo da década de 1950 na França. O nome, dado em 1961 pelo crítico teatral húngaro Martin Esslin, é uma referência aos temas absurdos -fora da realidade- tratados nas peças deste gênero.", conforme registra a Wiki. Pois bem, aliás pois muito mal, os inacreditáveis tresloucados estão demonstrando que o cotidiano Brasil está produzindo um teatro várias vezes mais alucinado do que aquele praticado nos palcos de antanho.  
Mas, como diria o outro, as claques bajulatórias continuam firmes).

terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

OLHO NOS VÍDEOS (18.02.20)


Olho nos Vídeos


.Leo ao quadrado:
Bolsonaro agride verbalmente a
jornalista Patrícia Campos Mello ................... Aqui.

.Eduardo Guimarães:
STF culpa Moro e Lava Jato por ataques ........ Aqui.

.Giramundo - Aline Piva / Celso Amorim:
Celso Amorim viu o encontro
entre Lula e o Papa .................................... Aqui.

.Click Política:
A atitude horrorosa de jornalista da Record ... Aqui.
Defesa de miliciano não confia em Moro ........ Aqui.

.Reinaldo Azevedo:
O É da Coisa ............................................. Aqui.

.Paulo  A Castro:
Bolsonaro e o conteúdo 
dos celulares do miliciano ............................ Aqui.
Bolsonaro em apuros e a decisão do STJ
ante Moro que honra nossa Constituição ........ Aqui.

.Boa Noite 247:
Chegou a hora do impeachment 
de Bolsonaro ............................................. Aqui.

DA SÉRIE IMPROPÉRIOS EM SÉRIE

                              A jornalista Patrícia Campos Mello

Folha repudia ataque de Bolsonaro a repórter 

A Folha de S.Paulo divulgou uma nota nesta terça-feira 18/II para repudiar os insultos feitos mais cedo por Jair Bolsonaro à repórter Patricia Campos Mello, jornalista responsável por revelar, ainda em 2018, um esquema de disseminação de fake news via WhatsApp durante a campanha que levou Bolsonaro à Presidência. Nesta manhã, durante "entrevista" na porta do Palácio da Alvorada, Bolsonaro atacou a repórter com uma insinuação sexual. "Ela [repórter] queria um furo. Ela queria dar o furo a qualquer preço contra mim", disse o presidente da suposta República em meio a risadas.
Em nota, a Folha rebateu: "o presidente da República agride a repórter Patrícia Campos Mello e todo o jornalismo profissional com a sua atitude. Vilipendia também a dignidade, a honra e o decoro que a lei exige do exercício da Presidência".  -  (Vi no Conversa Afiada - Aqui).
...............
Ao que os doutos virtuosos indagam: "E daí? Passemos à próxima!"

NOTA

."Notas Finais Sobre o Esquema WhatsApp (Terceiro Clichê)"  -  Neste Blog, em 05.11.18:

.NOTA INTRODUTÓRIA NÚMERO 1 - PUBLICADA EM 15 DE NOVEMBRO - AQUI:

"O jornal Folha de São Paulo ousou publicar, em 18 de outubro, reportagem de autoria da jornalista Patrícia Campos Mello denunciando que 'Empresários bancam campanha contra o PT pelo WhatsApp' - aqui -, e desde então o mundo virou de ponta cabeça. (...)." ... (AQUI). 

."... Não sabemos se em face das eleições parlamentares em curso nos EUA há participação de empresas mobilizadas no sentido de disseminar fake news (agora junk news) nas redes em prol de democratas ou republicanos. O que sabemos é que as empresas norte-americanas podem fazer doações eleitorais 'sem intermediações ou limites', ou seja, podem doar o quanto entenderem a quem bem quiserem, e isso desde 2011, por decisão da Suprema Corte, conforme se vê AQUIOcorre que, no Brasil, desde setembro de 2015 o financiamento eleitoral por empresas é considerado inconstitucional (AQUI). É em função disso que o TSE está a analisar denúncias formuladas por partidos políticos contra a chapa vencedora da eleição presidencial 2018, visto que, se restarem confirmadas as informações contidas em matéria da Folha de S Paulo, edição de 18.10.18 (aqui), poder-se-á estar às voltas com crime eleitoral de abuso de poder econômico, com as consequências daí decorrentes. Como e quando o TSE se manifestará a respeito?". ... (AQUI).


."Todos viram que o WhatsApp não perdeu tempo: tão logo divulgada, pela Folha, a denúncia sobre a maior fraude eleitoral da história, tratou de romper contratos com empresas especializadas em disparar fake news e de desabilitar contas preparadas para a recepção/disseminação das mensagens ofensivas. Ou seja, na Califórnia, costa oeste dos EUA, a direção do WhatsApp entendeu que as informações oferecidas pela jornalista Patrícia Campos Mello 'batiam' com registros que a empresa já vinha analisando.  -  Aqui.

(Para continuar, clique Aqui).

SERIOUS CARTOON (II)

J Bosco.
....
Enquanto isso, a Grande Mídia celebra o TUDO DOMINADO
no front privacionista, despreza a luta dos petroleiros e
caminhoneiros e comemora desde logo o sucesso do script...
........
.Bom dia 247 (18.02.20) - Attuch / Auler / Bacelar:
Petroleiros encaram a essência do golpe .................................. Aqui.

SERIOUS CARTOON


Ribs.

AMÉRICA LATINA, REGIÃO MAIS DESIGUAL DO PLANETA

.
"A América Latina foi apontada como a região do mundo com a maior desigualdade de renda no relatório de desenvolvimento humano de 2019 do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), lançado em dezembro.
Os 10% mais ricos da América Latina concentram uma parcela maior da renda do que qualquer outra região (37%), afirmou o relatório. E vice-versa: os 40% mais pobres recebem a menor fatia (13%)."
....
Em tal contexto, o Brasil...
      São Paulo: Paraisópolis x Morumbi: estatísticas bem diferentes 

Por que a América Latina é a 'região mais desigual do planeta' 

Por Geraldo Lissard (Da BBC Mundo em Nova York)

A América Latina é tão desigual que uma mulher em um bairro pobre de Santiago, capital do Chile, nasce com uma expectativa de vida 18 anos menor que outra de uma área rica da mesma cidade, segundo um estudo.
Em São Paulo, essa lógica também ocorre. Quem mora em Paraisópolis, uma das maiores favelas da cidade, vive em média 10 anos menos do que os moradores do Morumbi, bairro rico ao lado da comunidade, de acordo com o Mapa da Desigualdade, da ONG Rede Nossa São Paulo, que compila dados públicos.
A grande disparidade latino-americana também envolve a cor da pele ou a etnia: em comparação com os brancos, os negros e indígenas têm mais possibilidades de ser pobres e menos de concluírem a escola ou conseguirem um emprego formal.
A América Latina foi apontada como a região do mundo com a maior desigualdade de renda no relatório de desenvolvimento humano de 2019 do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), lançado em dezembro.
Os 10% mais ricos da América Latina concentram uma parcela maior da renda do que qualquer outra região (37%), afirmou o relatório. E vice-versa: os 40% mais pobres recebem a menor fatia (13%).
Muitos têm apontado essa desigualdade como uma das explicações para a onda de protestos que varreu recentemente alguns países da América Latina, como Chile, Peru e Bolívia.
Apesar dos avanços econômicos e sociais nos primeiros anos deste século, a América Latina ainda é “a região mais desigual do planeta”, alertou a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal) em várias ocasiões.
A questão, então, é por que esse cenário ainda continua.
A resposta, segundo historiadores, economistas e sociólogos, começa alguns séculos atrás.
“Pode-se dizer que o passado colonial criou as condições para a desigualdade”, diz à Joseph Stiglitz, Prêmio Nobel de Economia, à BBC News Mundo, serviço de notícias em espanhol da BBC.
Uma história antiga
Segundo Stiglitz, a exploração dos colonizadores semeou a desigualdade na América Latina, bem como a distribuição desigual de terras nas economias agrárias contribuiu para “a criação de algumas famílias muito ricas e muitas famílias muito pobres”.
Em vários países da América Latina, assim como nos Estados Unidos, um grande elemento racial desempenhou um papel em pelo menos uma dimensão da desigualdade”, diz o ex-economista-chefe do Banco Mundial e atual professor da Universidade de Columbia, em Nova York.
E isso parece longe de ser apenas uma questão do passado.
Na América Latina, a incidência de pobreza é ainda maior nas áreas rurais, e entre indígenas e negros, afirmou a Cepal em relatório de 2019 sobre o cenário social da região.
De acordo com o documento, embora tenha havido uma leve redução recente, a taxa de pobreza dos indígenas em 2018 foi de 49%, o dobro do registrado para a população não indígena nem negra. E a taxa de extrema pobreza alcançou o triplo (18%).
No México, os indígenas representam aproximadamente 15% da população, e quase três quartos deles vivem na pobreza. Um estudo da organização Oxfam indicou, em agosto, que 43% dos indivíduos que falam um idioma nativo não concluíram o ensino fundamental, e apenas 10% têm trabalho formal ou é empregador.

Círculo vicioso

Existem outros fatores por trás do abismo social na América Latina, que carrega a reputação de região "mais desigual" desde os anos 1980.
Hoje, a região também é uma das mais urbanizadas do mundo. As rápidas migrações da população rural para as cidades, porém, ocorreram no último meio século de maneira desordenada.
Em muitas áreas de expansão das cidades, o Estado não foi eficiente em promover serviços públicos como educação ou saúde.
Um estudo publicado pela revista The Lancet em dezembro descobriu grandes diferenças na expectativa de vida nas cidades da América Latina. E essas lacunas dependem, por exemplo, do bairro onde as pessoas moram: se ele for mais pobre, a tendência é de que seus moradores vivam menos do que os habitantes de regiões mais ricas.
Em Santiago, as mulheres mais pobres vivem quase 20 anos a menos que as mais ricas. Na Cidade do México, os homens de bairros mais pobres morrem 11 anos antes que os mais ricos.
Stiglitz, que escreveu vários livros sobre desigualdade, observa "um círculo vicioso" na região.
"Um alto nível de desigualdade econômica cria sistemas políticos que ajudam a perpetuar essa economia", explica. "Então esses sistemas não investem muito em educação, por exemplo."
Ele também afirma que economias baseadas em recursos naturais, como as da América Latina, tendem a ser caracterizadas pela desigualdade. "A riqueza do continente vem da renda associada aos recursos naturais", explica. "E, na sociedade, há uma briga por quem recebe a renda."
No entanto, outros países ricos em recursos naturais, como a Noruega ou a Austrália, escapam dos grandes problemas da desigualdade latino-americana.
A chave nesses casos, dizem os especialistas, é ter instituições que permitam um gerenciamento mais eficiente das receitas para impulsionar o desenvolvimento. E isso também é escasso na América Latina.

Fim da festa

As evidências mostram que as classes médias latino-americanas pagam mais impostos do que recebem em serviços sociais como educação ou saúde. Em resposta, elas recorrem a provedores privados, o que tende a aumentar a desigualdade, segundo o relatório do PNUD sobre desenvolvimento humano.
"Uma resposta natural seria recolher mais recursos dos mais ricos. Mas esses grupos, embora sejam minoritários, costumam ser um obstáculo à expansão dos serviços universais, usando seu poder econômico e político por meio de mecanismos estruturais e instrumentais", diz o documento.
As políticas tributárias são uma fonte fundamental desses problemas.
Comparados a outros países em desenvolvimento, os sistemas tributários latino-americanos tendem a ter uma parcela maior de impostos indiretos (sobre consumo), que favorecem menos a igualdade do que os impostos diretos (sobre renda ou propriedade).
Assim, impostos e transferências diretas reduzem muito mais o coeficiente de desigualdade nas economias avançadas do que nas economias emergentes e em desenvolvimento, "incluindo países da América Latina com algumas das maiores desigualdades de renda do mundo", alertou no mesmo relatório David Coady, do departamento de assuntos tributários do Fundo Monetário Internacional (FMI).
Apesar de tudo isso, cerca de 100 milhões de latino-americanos saíram da pobreza entre as décadas de 1990 e 2000, com base em programas sociais e políticas salariais em meio ao boom das commodities.
A desigualdade estrutural nesse período, no entanto, variou muito pouco.
E a disparidade de renda em países como Brasil, México, Colômbia ou Chile ofuscou os recentes avanços no índice de desenvolvimento humano da ONU, que inclui variáveis ​​como expectativa de vida ou qualidade da educação. No ano passado, a Venezuela, Nicarágua e Argentina tiveram recuos, mergulhando os países ainda mais em suas crises políticas e sociais.
Além disso, após o boom econômico, a taxa de pobreza na América Latina aumentou de 28%, em 2014, para 31% no ano passado, segundo dados da Cepal. Do total de pobres que a região "ganhou" nos últimos cinco anos, 26 milhões sofrem com a pobreza extrema, sendo o Brasil a principal fonte desse retrocesso.
Em meio a esse panorama, a inquietação social foi expressa recentemente através de votos contra os governo atuais em todo o subcontinente e, principalmente, com fortes protestos de rua em países como Chile, Colômbia ou Equador.
"Há um protesto generalizado contra aqueles que estão governando", diz Nora Lustig, profesdora de economia na Universidade de Tulane (EUA) e diretora do Instituto do Compromisso com a Igualdade. "Combina-se o fim da festa para todos com uma situação em que a distribuição de renda começa a piorar novamente."  -  (Aqui).

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

CONLUIO MIDIÁTICO: SEGUE A GREVE DOS PETROLEIROS...

("O silêncio é de ouro negro!").

Jota Camelo..

OLHO NOS VÍDEOS (17.02.20)


Olho nos Vídeos


.Classics One Two - A Whiter 
Shade of Pale:
Procol Harun .............................................. Aqui.
Annie Lennox ............................................. Aqui.
................

.JFT - Fernando Morais / Alberto Villas:
Alerta de atentado ..................................... Aqui.

.Plantão Brasil:
Preso o líder da greve dos caminhoneiros ...... Aqui.

.Reinaldo Azevedo:
O É da Coisa ............................................. Aqui.

.Paulo A Castro:
Greve dos petroleiros irrita a grande mídia .... Aqui.
O jogo Fachin / STJ contra Lula ................... Aqui.

.TV GGN - Luis Nassif:
Veja e PF ensinam como
usar a rede para fake news ........................ Aqui.

BRASIL: O TRIUNFO DA CANETA COLT


Brum.


Lane.

XADREZ DAS SUSPEITAS SOBRE O DOLEIRO QUE ENCANTAVA PROCURADORES

.
"Mas as informações confirmam as suspeitas que o GGN, e outros sites independentes, divulgaram desde 2015, e que foram solenemente ignoradas pela mídia, sobre os advogados da delação premiada. A blindagem da mídia sobre a Lava Jato era tão formidável que passou aos procuradores a sensação da impunidade perpétua. Ganharam poder absoluto, porque as suspeitas contra eles eram jogadas no caldeirão geral do petismo."


Xadrez das suspeitas sobre o doleiro que encantava procuradores 
Por Luis Nassif
Peça 1 – o histórico de Dario Messer
Desde os anos 90, Dario Messer era conhecido como um dos mais influentes doleiros do país, sucessor da Casa Piano, como doleiro dos doleiros.
Algumas referências a ele, retiradas dos arquivos da Folha:
Junho de 2003 - a Folha divulgou o envolvimento de Dario Messer com a máfia dos fiscais do Rio de Janeiro.
Agosto de 2004 – com base em um CD enviado pela Promotoria de Nova York à CPI do Banestado, sobre as contas do MTB Band, de Nova York, entre janeiro de 1997 e 24 de novembro de 2003, mostrou-se que doleiros brasileiros giraram US$ 2,4 bilhões em 42 contas. A principal operadora era a Depolo Corporation, que se constatou ser de Dario Messer, alvo de mandado de prisão na Operação Farol da Colina.
Junho de 2005 – Justiça Federal decreta bloqueio de bens de procuradores do jogador Ronaldo. Na agenda dos empresários, aparece várias vezes o nome Dario, que a PF constata ser Dario Messer, titular de conta no CBC Bank, em Nova York.
Setembro de 2005 – denunciado por um adversário, Toninho Barcelona, como sendo operador do PT. A denúncia não foi comprovada. Mas constatou-se sociedade de Bruno Messer, sobrinho de Dario, com o senador Ney Suassuna (PMDB-PB). Segundo reportagem da Folha, a PF já considerava Dario Messer o maior doleiro do país, tendo movimentado mais de US$ 1 bilhão. Em outra denúncia, Messer é apontado como doleiro do banco Opportunity.
Nos anos 90, seu nome foi envolvido em escândalos como o dos Precatórios e da Máfia do INSS.
Peça 2 – o relatório Mentor e Dario Messer
Na CPMI do Banestado, houve conflito entre os parlamentares, o que resultou em dois relatórios. Um deles teve como relator o deputado José Mentor (PT-SP). Nele, o nome de Dario Messer é mencionado 276 vezes e apontado como o cabeça central do esquema de doleiros em torno do Banestado.
O relatório se baseou em informações enviadas por autoridades americanas.
Página 180 – menciona as transferências de Messer para o exterior através da Real Cambio, que operava com “autorização especial”  do Banco Araucária, principal instituição do escândalo das contas CC5;
Página 233 – menções a Messer pela diretora de câmbio do Araucária.
Página 327 – a principal operadora externa do caso Banestado, a conta Bacon Hill, da Bacon Hill Service Corporation, da família Anibal Contreras, foi financiada por Messer. A revelação foi do próprio Anibal Contreras. Além disso, Messer controlava as contas Midler e Rigler e participava da Depolo Corporation, empresa com conta no Banco MTB de Nova York, e que recebeu mais de US$ 400 milhões de transferências de contas de diversas agências do Banestado.
Página 340 – identifica os seis doleiros com atuação mais efetiva, entre eles Alberto Youssef, Dario Messer e Toninho Barcelona.

Página 342 – aponta Messer como um dos maiores doleiros do país. E diz que seu nome é sempre lembrado quando se trata de contrabando de diamantes e pedras preciosas.
Página 343 – descreve o depoimento de Contreras a autoridades americanas. Diz que ele e Messer foram sócios do Banco Dimensão (de grande envolvimento no Escândalo dos Precatórios). Admite também ter sido financiado por Messer.

Página 345 – reportagem do Jornal do Brasil, de 20/04/2003, sobre o envolvimento de Messer com o escândalo dos fiscais do Rio de Janeiro. A matéria diz que a PF tinha informações sobre contas de Messer nos EUA. Fala de seu envolvimento com o escândalo dos precatórios.
Página 351 – o papel do Banco Dimensão no esquema de doleiros. Depois, seu fechamento e substituição pela FPLM Participações Ltda. Mostra o envolvimento da família no escândalo da Máfia do INSS, no início dos anos 90, que desviou mais de Cr$ 64,8 bilhões.
Página 373 – procuradores da Força Tarefa do Banestado, Vladimir Aras e Carlos Fernando Lima, conseguiram depoimento de ex-gerente do Merchants Bank, no qual ele indica que Messer era sócio de Setton.
“Apesar de ‘Nolasco' ter dito apenas Messer e não Dario Messer, isso não modifica a logica que leva a Dario como líder da maior quadrilha de doleiros do Brasil na última década. Além da historia de Dario e de seu pai, Mordko, publícada pelas colunas sociais dos jornais, esta Comissão tem dados que, confrontados com o depoimento de Nolasco, não deixam duvidas quanto a quem é e a importância do papel que Dario exercia – ou ainda exerce – no esquema criminoso”.

Peça 3 – as suspeitas sobre Figueiredo Bastos
Em 2018 apareceram as primeiras suspeitas sobre Figueiredo Bastos (advogado curitibano) e procuradores da Lava Jato.
Segundo o doleiro Juca Bala,
Juca Bala contou que, em meados de 2005 ou 2006, Enrico, um operador financeiro do esquema comandado por Dario Messer, considerado o doleiro dos doleiros, começou a exigir de Juca e de um sócio uma taxa mensal de US$ 50 mil, a fim de possuir proteção da Polícia Federal e do Ministério Público; que Juca pagava US$ 50 mil por mês, convertidos em reais, hoje cerca de R$ 187 mil, que mandavam entregar em endereços indicados por Enrico; que, além de Juca Bala e do sócio, os doleiros Matalon, Richard Waterloo e outros também pagavam a taxa; que os pagamentos eram destinados a dois advogados de outro doleiro, Clark Setton, o Kiko: Juca disse que os advogados seriam Figueiredo Bastos e um outro que não se recordou do nome; que os pagamentos foram feitos de 2005 ou 2006 até 2013.
No início, supôs-se que Figueiredo Bastos tivesse recorrido ao golpe da venda de prestígio. Ou seja, alegaria um relacionamento não profissional inexistente com um procurador, e levantaria mensalmente recursos a título de remunerá-lo.
Peça 4 – aparece o nome de Januário Paludo
A reportagem sobre o testemunho de Paludo reforçou as suspeitas levantadas pela Lava Jato do Rio de Janeiro, sobre as estripulias do advogado Figueiredo Bastos – o mais influente advogado de delações premiadas junto à Lava Jato do Paraná.
Novembro de 2019 – Durante a Operação Patron, última fase da Lava Jato do Rio, a Polícia Federal do Rio de Janeiro apreendeu o celular de Messer. E localizou mensagens para a namorada, na qual ele afirmava pagar propinas mensais a Januário Paludo, a título de proteção nas investigações a seu respeito. Os diálogos aconteceram em agosto de 2018.
Segundo a reportagem, a mensagem de Messer dizia que “sendo que esse Paludo é destinatário de pelo menos parte da propina paga pelos meninos todo mês.”:

“Segundo a PF, os “meninos” citados por Messer são Claudio Fernando Barbosa de Souza, o Tony, e Vinicius Claret Vieira Barreto, o Juca. Ambos trabalharam com Messer em operações de lavagem de dinheiro investigadas pela Lava Jato do Rio. Depois que foram presos, viraram delatores. Em depoimentos prestados em 2018 à Lava Jato no MPF-RJ (Ministério Público Federal do Rio de Janeiro), Juca e Tony afirmaram ter pago US$ 50 mil (cerca de R$ 200 mil) por mês ao advogado Antonio Figueiredo Bastos em troca de proteção a Messer na PF e no Ministério Público”.
Fevereiro de 2020: reportagem da UOL mostrava que procuradores da Lava Jato viram proteção ao doleiro Clark Setton em 2005, e propunham anulação do acordo de delação.
Peça 5 – o que disse o procurador que testemunhou em defesa de Messer
No dia  3 de fevereiro de 2020, reportagem da UOL coloca a peça que faltava no jogo: a informação de que Paludo atuou como testemunha de defesa de Dario Messer, em Ação Penal do Ministério Público Federal, no dia 3 de fevereiro de 2011 – período supostamente abrangido pela mensalidade paga pelos doleiros.
O advogado de Messer era Figueiredo Bastos.
No seu depoimento, Paludo alegou que não foi identificado nenhum envolvimento do doleiro Messer com as contas da Banestado. Paludo informa que não encontrou nenhum indício de ligação entre Messer e o doleiro Clark Setton, “a não ser pelo depoimento de um dos doleiros, que de forma rápida citou até a família Messer”.
No depoimento, desqualifica o relatório da CPMI, pelo fato de não ter sido aprovado de maneira unânime pela comissão.
Confrontada com a reportagem, a assessoria de imprensa do MPF do Paraná respondeu assim:
Testemunhas não estão vinculadas às partes. Quando são apontadas por elas, têm obrigação de depor em juízo e esclarecer a verdade, o que o procurador fez junto com outro procurador e delegado que também foram arrolados e testemunharam. Na ocasião do depoimento prestado, em 2011, o procurador regional da República Januário Paludo limitou-se a relatar os fatos que haviam ocorrido em 2005, da exata forma em que ocorreram. Assim, os fatos referidos no depoimento, ocorridos há 15 anos, já foram devidamente esclarecidos há mais de 9 anos pelo Procurador Regional da República Januário Paludo.
No final do capítulo destinado a Messer, o relatório listava 9 indícios de envolvimento dele com o esquema Bacon Hill, nenhum considerado na denúncia final da Força Tarefa:
1) Nome de Dario Messer em agendas de funcionários de Alexandre Martins e Reinaldo Pitta;

2) Nome de Dario Messer na agenda da Beacon Hill, com seu celular e telefone fixo. confirmados pela quebra de sigilo telefônico;

3) O relacionamento estreito da Stream Tour – ou subconta MIDLER – com Dario Messer, via contatos telefônicos diários;
4) O relação entre o ex-Banco Dimensão e o MTB Bank, banco no qual se achavam as contas DEPOLO, KUNDO e SOLID;
5) O volume de transações entre o Dimensão e o MTB, e ao mesmo tempo a movimentação elevadíssima da offshore Worldtrust com o Banco Dimensão, e da Worldtrust com a DEPOLO, no MTB Bank;
6) O depoimento de ex-funcionário dos empresários Pitta e Martins confirmando que Dario Messer mantinha muitos contatos com os empresários, e que fazia a compra e venda de dólares via DEPOLO;
7) O cheque nominal a Dario Messer endossado e creditado na DEPOLO;
8) Relatórios da conta DEPOLO informam que Clark Setton e Mordko Messer participavam de reuniões com gerentes do MTB Bank, sendo que Mordko encontrava-se já com saúde debilitada.
9) Pelo exame dos sigilos bancário e telefônico de Dario Messer e dos empresários Alexandre Martins e Reinaldo Pitta, verifica-se que Dario, Martins e Pitta operam em conjunto, pois Pitta e Martins realizavam pagamentos em reais por meio de seus funcionários (laranjas) a clientes de Dario Messer.
Peça 6 – as investigações sobre Paludo
As informações colocam sob suspeita toda a Lava Jato, já que grande parte dos procuradores atuou no caso Banestado, e suscitam dúvidas consistentes: Paludo agiu sozinho ou contou com a cumplicidade de alguns colegas?
Nota-se que era o mais experiente dos procuradores, com boa ascendência sobre colegas mais jovens, a ponto do grupo do Telegram ser batizado como “filhos de Paludo”. Portanto, pode ter sido uma cooptação individual.
Mas as informações confirmam as suspeitas que o GGN, e outros sites independentes, divulgaram desde 2015, e que foram solenemente ignoradas pela mídia, sobre os  advogados da delação premiada. A blindagem da mídia sobre a Lava Jato era tão formidável que passou aos procuradores a sensação da impunidade perpétua. Ganharam poder absoluto, porque as suspeitas contra eles eram jogadas no caldeirão geral do petismo.
Não há modelo que resista a essa exposição ao poder absoluto.
O caso Paludo poderá ser o doloroso, porém necessário, encontro de contas do MPF com a sua história.  -  (Fonte: Jornal GGN - Aqui).

BRINCADEIRA SEM GRAÇA

Ivan Cabral.
....
.Bom dia 247 (17.02.20) - Leonardo Attuch:
Petroleiros e caminhoneiros juntos? .................................. Aqui.

CARTUM DA PRECARIZAÇÃO DO EMPREGO


Cláudio.

OLHO NOS VÍDEOS (16.02.20)


Olho nos Vídeos


.Classics One Two - With A Little  
Help From My Friends:
The Beatles ............................................. Aqui.
Joe Cocker .............................................. Aqui.
................

.Boa noite 247 (16.02.20):
Banana Republic ...................................... Aqui.

.Paulo A Castro:
De como Bolsonaro e Moro 
banalizam a mentira ................................ Aqui.
A humilhação de Heleno e o drama do STF .. Aqui.