Por Moisés Mendes
Só tem um jeito de Messi tentar se igualar a Pelé, no jogo da final contra a Espanha nesse domingo. Messi precisa fazer um gol depois de receber uma bola alta dentro da área.
Precisa matar a bola no peito, aplicar um balãozinho no zagueiro Laporte e chutar, sem deixar cair, no canto do goleiro Unai Simón.
Só isso? Não. Tem que fazer também um gol de cabeça aos 45 minutos do segundo tempo. É fácil. Como Pelé fez na final contra a Suécia em 1958.
Messi deve saber de cor como foi o gol do balãozinho, o mais belo de todos os tempos, que está no vídeo no final desses textos. (Clique em fonte/Aqui, abaixo).
Digo isso porque ninguém irá se igualar a Pelé. E esclareço: vou torcer por Messi e pela Argentina. Nada hoje expressa bravura e dedicação ao jogo mais do que a seleção argentina.
Em tempos de covardia, os argentinos são o que nos resta para dizer que os latino-americanos podem, sim, enfrentar qualquer time europeu.
Torço pela Argentina e pelo jogador que não precisa se igualar a Pelé para ser reconhecido com um dos gênios do futebol.
Depois do fracasso da nossa Seleção de alienados, só nos resta cumprir o papel de torcedores. O Brasil passa a ser um país de bons torcedores, como a Albânia, a Eritreia, Vanuatu e Singapura. Torcendo pela Argentina.
Para os que ainda acham que Messi é um alienado. Vejam o vídeo abaixo.
Nenhum jogador brasileiro diria algo parecido durante o governo de Bolsonaro, como Messi disse agora ao falar do sofrimento do povo argentino em meio ao desastre do governo de um fascista e vigarista.
Esse trecho da fala de Messi, depois do jogo contra a Inglaterra, foi escondido pelos jornais brasileiros. Seria porque aborda a situação dos pobres e cutuca Milei?
(FONTE: Aqui).

Nenhum comentário:
Postar um comentário