O CARTUM DA PIAUÍ
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O Publisher Missionário
Nos anos 1990, quando Guilherme Cunha Pereira assumiu a direção da Gazeta do Povo, o jornal paranaense viveu uma de suas melhores épocas. Fez bom jornalismo e acumulou prêmios. Até que deu uma guinada brusca e passou a surfar a onda da extrema direita. Foi uma escolha ideológica, pode-se dizer: Cunha Pereira é um católico fervoroso, membro da Opus Dei, conservador, celibatário e praticante de ritos de penitência. Mas foi também uma escolha mercadológica. Desde que abraçou o bolsonarismo, a Gazeta do Povo se tornou muito mais rentável. Na piauí deste mês, Felippe Aníbal conta essa história em detalhes.
PROCURAM-SE: desenhos de pinguim
MORO no país dos ratinhos
O ex-juiz lidera as pesquisas eleitorais para governador do Paraná. Tem rodado o estado, esbravejando contra a corrupção e o PT, e tenta preservar o favoritismo. Mas há uma série de obstáculos no seu caminho. Um deles, nada trivial, são as gafes que comete com alguma frequência. Outro é o batalhão de prefeitos aliados do PSD que prometem dificultar ao máximo sua candidatura.
Louvor com assédio





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