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sábado, 11 de maio de 2019

O PODER DO MONOPÓLIO FACEBOOK

Violação da privacidade dos cidadãos (comercialização de dados pessoais), indução dos usuários a assuntos de seu interesse e autonomia absoluta, eis algumas das 'prerrogativas' do grupo empresarial. Quanto à autonomia absoluta, basta lembrar que quando da apuração preliminar sobre o Esquema WhatsApp nas eleições presidenciais de 2018, a sede do grupo, lotada na Califórnia, simplesmente se recusou a fornecer a autoridades brasileiras informações sobre contratos de prestação de serviços (disparos de fakenews) eventualmente firmados com interessados brasileiros, nem mesmo sobre se tais contratos existiam.

(Ilustração: The Times)

Facebook virou monopólio e deve ser desmembrado, diz cofundador

Na Folha, via Conversa Afiada:
Cofundador do Facebook na universidade Harvard junto a Mark Zuckerberg, Chris Hughes caracterizou a rede como um monopólio e pediu que autoridades tomem responsabilidade sobre os efeitos causados pela empresa na sociedade.


Em seu texto, ele pede um desmembramento da companhia, com as aquisições do Instagram e do WhatsApp pela empresa sendo desfeitas. Futuras aquisições deveriam ser proibidas por alguns anos. 
(...) Ele também pede a criação de uma agência reguladora para tratar de empresas de tecnologia e zelar pela privacidade dos usuários, seguindo modelos adotado pela Europa.
(...) A medida seria necessária, segundo ele, devido à grande concentração de poder e capacidade de influência acumulado pela companhia, e, em especial, Zuckerberg.
"Os Estados Unidos foram construídos sobre a ideia de que o poder não deve ser concentrado em uma única pessoa, pois somos todos falíveis."
Segundo ele, o poder de Zuckerberg hoje não tem antecedentes, sendo maior do que o de qualquer político ou empresário.
"Mark sozinho pode definir como alterar o algoritmo da rede para decidir o que os usuários vão ver em seus feeds de notícias, que configurações de privacidade serão adotadas e que mensagens serão entregues", diz. (...).