Vasqs.
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.Luis Nassif - O pacote econômico pífio
do governo e outros temas .................................................... Aqui.
(SEM CONTAR QUE O PARLAMENTO SEGUE
TENTANDO IMPEDIR QUE O DESASTRE
SEJA COMPLETO!).
sábado, 28 de março de 2020
FICA EM CASA
Myrria.
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.Bom Dia 247 (28.03.20) - Attuch / João Antonio:
Isolar ou afastar Bolsonaro ................................................... Aqui.
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.Bom Dia 247 (28.03.20) - Attuch / João Antonio:
Isolar ou afastar Bolsonaro ................................................... Aqui.
VITAMINA 'D' VERSUS COVID-19?
.
"...a Vitamina D não cura o coronavírus, mas seria uma ferramenta para reduzir os fatores de riscos causados pelo vírus."
Estudo aponta vitamina D como aliada na prevenção ao coronavírus
Cientistas da Universidade de Turim, na Itália, divulgaram estudo em que recomendam tomar Vitamina D para combater a pandemia do coronavírus, afirma o jornal italiano La Repubblica. O estudo dos professores Giancarlo Isaia e Enzo Medico, que atuam, respectivamente, nas áreas de Geriatria e Histologia, foi submetido à Academia de Medicina de Turim, que julgaram-no “muito interessante”.
Segundo os professores, a Vitamina D não cura o coronavírus, mas seria uma ferramenta para reduzir os fatores de riscos causados pelo vírus. Isso porque dados coletados em Turim indicam que os pacientes hospitalizados por Covid-19 têm prevalência alta de hipovitaminose D, isto é, pouca Vitamina D no organismo.
Por isso, medidas como ficar exposto ao sol, em varandas e terraços, por exemplo, são recomendadas pelos médicos. Além disso, alimentos ricos em Vitamina D, como atum, salmão, bife de fígado e gemas de ovos, e medicamentos - sob supervisão médica - também são aconselhados. "A compensação por essa ampla deficiência de vitamina pode ser alcançada principalmente pela exposição à luz solar, tanto quanto possível, mesmo em varandas e terraços, alimentando-se de alimentos ricos em vitamina D e, sob supervisão médica, tomando medicamentos específicos ", afirmam os pesquisadores.
"Essas indicações derivam de inúmeras evidências científicas que demonstraram um papel ativo da vitamina D na modulação do sistema imunológico, a associação frequente da hipovitaminose D com inúmeras patologias crônicas que podem reduzir a expectativa de vida em idosos”. - (Aqui).
"...a Vitamina D não cura o coronavírus, mas seria uma ferramenta para reduzir os fatores de riscos causados pelo vírus."
Estudo aponta vitamina D como aliada na prevenção ao coronavírus
Cientistas da Universidade de Turim, na Itália, divulgaram estudo em que recomendam tomar Vitamina D para combater a pandemia do coronavírus, afirma o jornal italiano La Repubblica. O estudo dos professores Giancarlo Isaia e Enzo Medico, que atuam, respectivamente, nas áreas de Geriatria e Histologia, foi submetido à Academia de Medicina de Turim, que julgaram-no “muito interessante”.
Segundo os professores, a Vitamina D não cura o coronavírus, mas seria uma ferramenta para reduzir os fatores de riscos causados pelo vírus. Isso porque dados coletados em Turim indicam que os pacientes hospitalizados por Covid-19 têm prevalência alta de hipovitaminose D, isto é, pouca Vitamina D no organismo.
Por isso, medidas como ficar exposto ao sol, em varandas e terraços, por exemplo, são recomendadas pelos médicos. Além disso, alimentos ricos em Vitamina D, como atum, salmão, bife de fígado e gemas de ovos, e medicamentos - sob supervisão médica - também são aconselhados. "A compensação por essa ampla deficiência de vitamina pode ser alcançada principalmente pela exposição à luz solar, tanto quanto possível, mesmo em varandas e terraços, alimentando-se de alimentos ricos em vitamina D e, sob supervisão médica, tomando medicamentos específicos ", afirmam os pesquisadores.
"Essas indicações derivam de inúmeras evidências científicas que demonstraram um papel ativo da vitamina D na modulação do sistema imunológico, a associação frequente da hipovitaminose D com inúmeras patologias crônicas que podem reduzir a expectativa de vida em idosos”. - (Aqui).
sexta-feira, 27 de março de 2020
ELES DISSERAM - EM VÍDEO(S) - (27.03.20)
.Alberto Villas:
JFT - Para ou não para ................................. Aqui.
.Reinaldo Azevedo:
O É da Coisa ............................................... Aqui.
.Luis Nassif:
O pacote econômico pífio do governo, e mais .. Aqui.
.Paulo A Castro:
Bolsonaro age para aterrorizar o país ............. Aqui.
Os ataques de Bolsonaro a Mourão ................ Aqui.
.Solnik / PML / Federicce:
Boa Noite 247 - É preciso parar Bolsonaro ..... Aqui.
................
.Dayan Siebra:
10 chás para reduzir a ansiedade .................. Aqui.
A LIÇÃO DO VÍRUS CONTRA O CRESCIMENTO SEM LIMITES
.
A lição do vírus contra o crescimento sem limites
"O establishment estatal, econômico e científico não dará respostas válidas e suficientes."
....
“de repente, a realidade tornou-se indiferenciada à sua volta”— José Saramago
A lição do vírus contra o crescimento sem limites
Por Ana Paula Lemes de Souza
Em “Ensaio sobre a cegueira”, José Saramago apresenta uma doença invisível, não passível de cura e de diagnóstico, nomeada “cegueira branca”, que se alastra rapidamente e deixa todos cegos, com a exceção de uma mulher. Antes do espalhamento indiscriminado da doença, os primeiros foram isolados em quarentena, para o “bem da humanidade”.
A disseminação da cegueira e o confinamento dos corpos, agora desumanizados e excluídos da distribuição de bens e direitos, leva à disputa interminável por poder, abrigos e alimentos, despertando o instinto de sobrevivência, que se sobrepõe ao comunitarismo e à construção de redes possíveis de mútua ajuda e acolhimento, levando ao cenário de pânico geral e degradação do mundo em comum.
Como lembra um dos personagens do livro, experimenta-se o regresso à horda primitiva, com a diferença de que eles não eram mais “milhares de homens e mulheres numa natureza imensa e intacta, mas milhares de milhões num mundo descarnado e exaurido”. Há a troca da lógica de um mundo sem homens para homens sem mundo, aqui representando tanto a deterioração e putrefação geral das relações como a decomposição do mundo, no sentido físico e literal.
A cegueira e a podridão que amalgamaram o planeta somente poderiam alcançar algum fim pelo olhar singular da mulher do médico, a única que guardava as belezas e os horrores de poder enxergar, reacendendo balbuciante o comunitarismo, os vínculos de união e de afeto que as relações em um mundo egoísta e alienante destruiu. Mesmo entre os diferentes, antes colocados em guerra, a mulher lembra que “organizar-se já é começar a ter olhos”, afinal, é preciso aprender a compor com esse mundo esgarçado, reabitá-lo de outros modos, aprendendo a caminhar nas ruínas.
O ensaio de Saramago é uma metáfora sobre a alienação da vida em comunidade, própria do capitalismo, provocando a nossa perda da visão, não apenas objetiva e literal, mas também subjetiva.
É sobre o esquecimento das artes do afeto e do cuidado, essas que o egoísmo e a alienação da vida em comum tornaram ainda mais invisíveis, em tempos de capitalismo cognitivo, transformando as relações de trabalho e de modo de produção para aprofundamento da cegueira.
O COVID-19 se trata de um acontecimento que gera novas possibilidades de ligações e construções de futuros. O vírus, que tem provocado catástrofes ao longo de todo o planeta, parece, além de invisível aos nossos olhos, também surdo às nossas súplicas, dotado dessa estranheza pálida transcendental. Por outro lado, a pandemia, causada por esse vírus que nossos olhos sequer podem alcançar, assim como a mulher do médico no ensaio de Saramago, pode ascender as nossas potências da visão.
Além de reaprendermos a arte do cuidado — esse estrangeiro todo outro do capitalismo — é possível reativarmos novas formas peculiares de cooperação e de trabalho, pois, como lembra a única personagem que não é cega, “organizar-se já é começar a ter olhos”.
Em tempos de quarentena, quando os tempos devem ser renovados em outros brilhos e afetos, o COVID-19 faz milagres como brotar águas claras, cristalinas e repletas de vida nos canais de Veneza. Ele nos ensina que é tempo de parar! Mostra que é possível parar, de uma forma brutalmente anônima, para olharmos uns aos outros, para reaprendermos concretamente que a vida se faz nesses espaços pequenos, do gesto de afeto transformado em palavras digitais, da troca de olhares a uma distância segura, transbordantes de beleza e gratidão.
E é na falta do abraço concreto do outro, preenchido pelo olhar de brandura, que se mutila a dor, converte silêncios e invade o coração de possíveis. São nesses espaços que instauramos a ternura genuína, que não precisa do abraço para se instalar, e basta uma palavra de ternura para reinventar esperanças!
O COVID-19 nos ensina que, em tempos de fúria da Terra, é possível sermos contrapontos desse crescimento sem limites. Que é preciso pisar leve, tranquilo, sem grandes pegadas. No território dos corpos devastados pela pandemia, podemos resistir ao aprendizado doloroso: é preciso parar, é necessário parar, e talvez seja o último momento que temos para aprender com essa dor, embora dolorida, sempre professoral.
A sua intervenção se faz com certa brevidade, sem espaços para grandes reflexões. Ela exige ouvir para além dos ouvidos, ver para além dos olhos, esse aprendizado inconveniente. É preciso reconciliar com a Terra, saber ser Terra, restabelecendo, como nas águas de Veneza, verdades cristalinas, que nos convidam a lidar com essas situações incômodas e incertas, quando a vida vira surpresa ainda mais efêmera.
O COVID-19 pode ser esse professor inesperado que nos mostra, na prática, o quanto estamos terrivelmente despreparados para lidarmos com esse fim de mundo, essa catástrofe ambiental sem precedentes, que já deixa marcas de desastres pungentes. Se sobrevivermos a ele, talvez estejamos preparados para voltarmos a ver, para recobrarmos a visão.
Assim como a cegueira branca de Saramago se tornou uma epidemia, espalhando caos, é possível que desse mundo de morte e de dor reapareça alguma esperança de mundo, não sem cooperações exigentes, para que sejamos todos juntos, ao mesmo tempo em que todos separados.
Até quando assistiremos, quase sem ver, apáticos e cegos, a normalização dos absurdos? O mercado guarda consigo essa grandeza de Deus, colocando-se como porta-voz da grande Economia, cujo “E” maiúsculo indica uma mania de grandeza própria daqueles que se acham donos do mundo. Megalômano, ele quer transformar o futuro comum em novas oportunidades de lucro.
O establishment estatal, econômico e científico não dará respostas válidas e suficientes. Será o tempo de abandonarmos o sonho de um Estado protetor, que dará todas as respostas, para elaborarmos as nossas próprias questões inquietantes. A corrida mundial pela produção e comercialização de medicamentos eficazes contra o COVID-19, especialmente diante do cinismo dos EUA, que busca a compra exclusiva da vacina, exige reação. - (Aqui).
(Ana Paula L. de Soua é pesquisadora, escritora, ensaísta, professora e advogada. Mestra em Direito pela Faculdade de Direito do Sul de Minas - FDSM).
Temos que aprender uns com os outros — e uns para os outros. Qual o antídoto e a dosagem? O COVID-19 é um acontecimento incômodo que faz aqueles que se dizem responsáveis tremer. Ele desloca o futuro para que vejamos o passado de um modo diferente, para que lembremos de outros sonhos, sonhados juntos em outros tempos. Ele não traz soluções fáceis e milagrosas e nos mostra que, tornado um aliado, em tempos de catástrofe social e ambiental, é possível reconectar, recobrar esperanças, para que que o futuro comum não seja transformado em mera fonte de lucro.
Hesitemos, mas jamais anestesiados. Com alguma surpresa, essa aliança inesperada pode ativar novas formas de resistir, pode brotar a inteligência coletiva que nos faça entender que, algumas vezes, assim como na cegueira branca, somente perdendo a visão é possível voltar a enxergar, e somente morrendo é possível reaprender a viver… - (Aqui).
(Ana Paula L. de Souza é pesquisadora, escritora, ensaísta, professora e advogada. Mestra em Direito pela Faculdade de Direito do Sul de Minas - FDSM).
SERIOUS CARTOON
Fred.
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.Bom Dia 247 (27.03.20) - Attuch / Auler / Mier:
Bolsonaro aposta no caos ................................................ Aqui.
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.Bom Dia 247 (27.03.20) - Attuch / Auler / Mier:
Bolsonaro aposta no caos ................................................ Aqui.
PARTIU UDERZO
Ykenga.
Gervásio.
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"Asterix ou Astérix, é uma série de histórias em quadrinhos criada na França por Albert Uderzo e René Goscinny no ano de 1959, baseada no povo gaulês e em grande parte no tempo do seu grande chefe guerreiro Vercingetorix. Após o falecimento de Goscinny em 1977, Uderzo prosseguiu o trabalho. Wikipédia. / Mais sobre Uderzo, clique Aqui".
Gervásio.
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"Asterix ou Astérix, é uma série de histórias em quadrinhos criada na França por Albert Uderzo e René Goscinny no ano de 1959, baseada no povo gaulês e em grande parte no tempo do seu grande chefe guerreiro Vercingetorix. Após o falecimento de Goscinny em 1977, Uderzo prosseguiu o trabalho. Wikipédia. / Mais sobre Uderzo, clique Aqui".
quinta-feira, 26 de março de 2020
ELES DISSERAM - EM VÍDEO(S) - (26.03.20)
.Fernando Morais:
Caixa-Preta - Jornal Nacional dedica 90
minutos contra Bolsonaro ............................ Aqui.
.Reinaldo Azevedo:
O É da Coisa ............................................. Aqui.
.Paulo A Castro:
Isolado, clã Bolsonaro é um risco para o país . Aqui.
Lima Duarte sobre Bolsonaro: Ele quer
que eu morra ............................................ Aqui.
.Aquias Santarem:
Bolsonaro se irrita com pergunta
sobre seu exame covid-19 .......................... Aqui.
.Alex Solnik / PML / Federicce:
Boa Noite 247: Os primeiros 30 dias da crise Aqui.
................
.Dayan Siebra:
Maratona da imunidade (4) - E se você surtar
após tudo o que estamos vivendo? ............... Aqui.
Maratona da imunidade (3) ......................... Aqui.
................
.Deu no UOL:
"Quatro pacientes de UTI tiveram alta em SP
com uso de hidroxiclocloroquina" - AQUI.
ONDE RESIDE O RISCO DE DESTRUIÇÃO DA ECONOMIA, POR LUIS NASSIF
.
"O pânico é um momento de corte. Todas as medidas planejadas para o momento anterior não servem mais. Passa a imperar a mais ampla irracionalidade e o sentimento de cada um por si."
....
É preciso ser muito mau caráter para abraçar a 'ideia' de que a economia é mais importante do que a vida. Até porque o pânico se encarrega de acabar com tudo.
Por que a estratégia do idiota mor poderá destruir a economia
Por Luis Nassif
No programa de ontem da TV GGN, procurei alertar para um aspecto pouco analisado pelos idiotas da objetividade.
Por tal – parafraseando Nelson Rodrigues – é o sujeito que só consegue enxergar o fato quando ele aparece à sua frente. É incapaz de entender contextos, o que veio antes, o que vem depois. Esse entendimento exige um tipo de inteligência pouco acessível ao cabeça de planilha, pois pressupõe imaginação, para entender os vários aspectos envolvidos, e discernimento, para identificar os mais relevantes.
Por idiotas da objetividade entenda-se o idiota-mor, Jair Bolsonaro, e os empresários como Roberto Justus, Junior Durski, dono da Madero, Alexandre Guerra, da Giraffas. (Nota deste Blog: A propósito da Giraffas, confira: "Dono da Giraffas demite filho e dá uma aula de cidadania corporativa ................ Aqui.").
Vamos entender melhor o dilema colocado.
Há dois cenários de combate ao coronavírus, todos tendo como ponto de discussão o pico da doença.
Se o pico da doença começa mais cedo, mais pessoas serão infectadas, mais pessoas morrerão. Mas a pandemia termina mais cedo, pois os infectados sobreviventes, ou que não manifestaram sintoma, estarão vacinados, não passando mais a doença adiante. E os que morreram, ora, os que morreram...
Por essa visão, sacrificam-se os mais velhos e os vulneráveis, mas evita-se um caos econômico que poderia ser mais fatal que a própria pandemia.
Já os médicos e racionais buscam achatar a curva da doença. Isto é, tomar uma série de medidas visando jogar o pico para mais longe, a fim de dar tempo para preparar o sistema de saúde. Sem isso, o sistema de saúde não dará conta, espalhando o pânico pela população.
No meu comentário de ontem, na TV GGN, procurei explicar a influência do fator pânico na sociedade, na economia e nos mercados. É quando há uma explosão de medo, um estouro da boiada, impedindo qualquer ação moderadora.
Nos mercados – e na economia – um dos maiores fatores de instabilidade são as incertezas. E o pânico é a incerteza levada ao infinito.
O pânico é um momento de corte. Todas as medidas planejadas para o momento anterior não servem mais. Passa a imperar a mais ampla irracionalidade e o sentimento de cada um por si.
Então, se se toma uma medida para abreviar o ciclo, e essa medida provoca o pânico, não haverá mais controle sobre a guerra.
Em reportagem de hoje da CNN Internacional, veja a opinião de Erin Strumpf, professora de economia da Universidade McGill.
Ela alertou que é difícil colocar um preço na incerteza – e nas mortes – que podem ocorrer se o governo começar a afrouxar as restrições. “Mercados, investidores e economias não se dão bem no contexto de pânico e incerteza”, disse ela. “As pessoas que vão morrer de coronavírus serão muito visíveis. Vamos saber exatamente quem são essas pessoas. Isso muda bastante a discussão”.
Vamos a um pequeno raio-x da incerteza e do pânico.
Listei, abaixo, alguns dos fatores de incerteza sobre a opinião pública: tudo o que afeta a renda (e a sobrevivência), o patrimônio, o abastecimento, a saúde. Além disso, a propagação de notícias de impacto, ampliando o temor geral.
A partir da incerteza, pode-se chegar ao pânico, com o concurso de alguns gatilhos conhecidos:
Um dos gatilhos centrais são hospitais sem condição de atendimento, Veja bem, não haverá condições de atender nem às vítimas de coronavírus, nem aos demais tratamentos. Toda pessoa que tenha um familiar, ou conhecido, precisando de atendimento em hospital, sem conseguir, é um candidato ao pânico.
Esse sentimento será agravado com as notícias da epidemia chegando em regiões mais vulneráveis, periferia e presídios. Haverá uma inevitável explosão das estatísticas – já que o pico foi antecipado.
Se houver a liberação total, conforme anunciado por Bolsonaro, o coronavírus da periferia e das escolas (as crianças não são população de risco!, diz o presidente imbecil) invadirá os lares de classe média, disseminando o relato de tragédias familiares, provocando um aumento ainda maior da insegurança.
Essa insegurança chegará aos hospitais, setores essenciais, provocando greves e fugas de trabalhadores, e interrompendo serviços. Ao mesmo tempo, o aumento da insegurança aumentará a busca de abastecimento, provocando falta de produtos. E, na sequência previsível, saques e violência.
Veja bem, esses passos ocorrerão em qualquer uma das estratégias adotadas. Na primeira – de antecipação do pico – as reações serão muito mais violentas.
Com a tragédia revelada, haverá inevitável instabilidade política, com polícia na rua, tentativa de estado de sítio, revolta contra o presidente que levou pessoas à morte. E dali para a instabilidade final dos mercados é um pulo.
Repito o que venho dizendo: se não tirarem Bolsonaro, não haverá condições de enfrentar essa epidemia. - (Aqui).
SERIOUS CARTOON
Jota A. (Piauí).
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.Bom Dia 247 (26.03.20) - Atttuch / Cynara Menezes:
Lula abraça o Fora Bolsonaro ............................................. Aqui.
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.Bom Dia 247 (26.03.20) - Atttuch / Cynara Menezes:
Lula abraça o Fora Bolsonaro ............................................. Aqui.
COVID-19: SEGUE A GUERRA EUA CHINA
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Guerra híbrida... teorias da conspiração... embate geopolítico... Todos são temas, digamos, não necessariamente consistentes. Mas todas as análises elaboradas por Pepe Escobar merecem ser reproduzidas sem qualquer discussão. Pepe manja de política externa.
(Artigo publicado originalmente no Asia Times, reproduzido por Brasil 247 em 18.03, mas só agora 'detectado' por este Blog).
A China engalfinhada em uma guerra híbrida com os Estados Unidos
O impacto da epidemia do Covid-19 coloca Pequim e Washington em
rota de colisão
Por Pepe Escobar
Entre os incontáveis e arrasadores efeitos geopolíticos do coronavírus, um já está perfeitamente evidente. A China se reposicionou. Pela primeira vez desde o início das reformas de Deng Xiaoping, em 1978, Pequim, explicitamente, encara os Estados Unidos como uma ameaça, como declarou há um mês o Ministro das Relações Exteriores Wang Yi na Conferência de Segurança de Munique, durante o auge da luta contra o coronavírus.
Pequim, cuidadosa e gradualmente, vem construindo a narrativa de que, desde o início do ataque do coronavírus, as lideranças tinham conhecimento de que estavam sob um ataque de guerra híbrida. A terminologia de Xi é uma pista da máxima importância. Ele afirmou oficialmente que se tratava de uma guerra. E, como contra-ataque, uma "guerra popular" tinha que ser declarada.
Além do mais, ele descreveu o vírus como um demônio, ou diabo. Xi é confuciano. Ao contrário de outros pensadores da Antiguidade chinesa, Confúcio relutava em discutir forças sobrenaturais e juízos sobre o além-túmulo. No entanto, em um contexto cultural chinês, demônio significa "demônios brancos": guailo, em mandarim, gweilo, em cantonês. Aqui, Xi estava dando uma declaração poderosa e codificada.
Quando Zhao Lijian, um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, sugeriu, em um tweet incandescente, a possibilidade de que "talvez o Exército dos Estados Unidos tenha trazido a epidemia para Wuhan" - a primeira declaração nesse sentido vinda de uma autoridade de primeiro escalão - Pequim estava soltando um balão de ensaio e sinalizando que era hora de tirar as luvas de pelica. Zhao Lijian fez uma conexão direta com os Jogos Militares realizados em Wuhan em outubro de 2019, dos quais participou uma delegação de 300 militares norte-americanos.
Ele citou diretamente o diretor do CDC norte-americano, Robert Redfield, que, quando perguntado se alguma morte por coronavírus havia sido identificada postumamente nos Estados Unidos, respondeu que "recentemente, alguns casos de fato tiveram esse diagnóstico nos Estados Unidos".
A explosiva conclusão de Zhao é que o Covid-19 já estava circulando nos Estados Unidos antes de ser identificado em Wuhan - devido à incapacidade norte-americana, agora fartamente documentada, de testar e verificar as diferenças entre o Covid-19 e a gripe comum.
Some-se tudo isso ao fato de que as variações do genoma do coronavírus detectadas no Irã e na Itália foram sequenciadas, tendo sido verificado que elas não pertencem à variedade que infectou Wuhan. A mídia chinesa, agora, questiona abertamente esses fatos e faz a ligação entre o fechamento, em agosto do ano passado, do laboratório militar de bio-armas em Fort Detrick, considerado "inseguro", os Jogos Militares e a epidemia em Wuhan. Algumas dessas perguntas já haviam sido colocadas - sem resposta - internamente aos Estados Unidos.
Continuam sem resposta outras perguntas sobre o pouquíssimo transparente Event 201, que teve lugar em outubro de 2019 em Nova York: um ensaio para uma pandemia global provocada por um vírus mortífero - que por acaso era o coronavírus. Essa magnífica coincidência ocorreu um mês antes do surto do vírus em Wuhan.
O Event 201 teve como patrocinadores a Fundação Bill & Melinda Gates, o Fórum Econômico Mundial (WEF), a CIA, a Bloomberg, a Fundação Johns Hopkins e a ONU. Os Jogos Militares Mundiais começaram em Wuhan exatamente no mesmo dia.
Independentemente de sua origem, que ainda não foi estabelecida de forma conclusiva por mais que Trump tuíte sobre o "vírus chinês", o Covid-19 já coloca questões tremendamente graves relativas à biopolítica (onde está Foucault, quando precisamos tanto dele?) e ao bioterror.
A hipótese de trabalho de que o coronavírus é uma bio-arma muito poderosa, embora incapaz de provocar o Apocalipse, o coloca como o veículo perfeito para um controle social generalizado - em escala global.
A ascensão de Cuba como potência em biotecnologia
A imagem de Xi usando uma máscara hospitalar ao visitar a linha de frente em Wuhan, na semana passada, foi uma demonstração explícita a todo o planeta de que a China, com enorme sacrifício, está ganhando a "guerra popular" contra o Covid-19. A Rússia, de sua parte, em uma jogada bem ao estilo Sun Tzu contra Riad, cujo resultado final foi um barril de petróleo muito mais barato, ajudou, para todos os fins práticos, a deslanchar a inevitável recuperação da economia chinesa. É assim que uma parceria estratégica funciona.
O tabuleiro de xadrez vem se alterando a uma velocidade estonteante. Assim que Pequim identificou o coronavírus como um ataque biológico, uma "guerra popular" foi declarada, contando com a força total do estado. Metodicamente. Custe o que custar. Agora, estamos entrando em um novo estágio, que será usado por Pequim para recalibrar significativamente a interação com o Ocidente, e em termos muito diferentes, em se tratando dos Estados Unidos e da União Europeia.
O soft power é de importância suprema. Pequim enviou à Itália um voo da Air China levando 2.300 enormes caixas cheias de máscaras com os dizeres: "Somos ondas de um mesmo mar, folhas de uma mesma árvore, flores de um mesmo jardim". A China enviou também um robusto pacote de ajuda humanitária ao Irã a bordo - o que é significativo - de oito voos de aviões da Mahan Air – uma companhia aérea atualmente submetida às sanções ilegais e unilaterais do governo Trump.
O presidente da Sérvia, Aleksandar Vucic, não poderia ter sido mais explícito: "O único país que pode nos ajudar é a China. A essas alturas, vocês todos já entenderam que a solidariedade europeia não existe. Era um conto de fadas que nunca saiu do papel".
Submetida a sanções severas e demonizada desde sempre, Cuba ainda assim é capaz de façanhas científicas - até mesmo na biotecnologia. O anti-viral Heberon – ou Interferon Alpha 2b – uma terapia, não uma vacina, foi usado com muito sucesso no tratamento do coronavírus. Uma joint venture na China está produzindo uma versão inalável, e pelo menos quinze países já estão interessados em comprar o medicamento.
Agora compare-se tudo o que foi descrito acima à oferta do governo Trump de subornar com um bilhão de dólares cientistas alemães atualmente pesquisando uma vacina experimental contra o Covid-19 para a firma de biotecnologia Curevac, sediada na Turíngea, para que a vacina seja "apenas para os Estados Unidos".
Uma operação psicológica de engenharia social?
Sandro Mezzadra, co-autor com Brett Neilson da obra seminal The Politics of Operations: Excavating Contemporary Capitalism (A Política das Operações: Escavando o Capitalismo Contemporâneo), já está tentando conceituar o ponto em que nos encontramos agora em termos da luta contra o Covid-19.
Estamos enfrentando a escolha entre uma cepa malthusiana - inspirada pelo darwinismo social - "liderada pelo eixo Johnson-Trump-Bolsonaro" e, de outro lado, uma cepa que aponta para a "requalificação da saúde pública como instrumento fundamental", a exemplo da China, da Coreia do Sul e da Itália. Há lições importantes a serem aprendidas com a Coreia do Sul, Taiwan e Cingapura.
A dura opção, observa Mezzadra, é entre "uma seleção natural da população", com milhares de mortos, e a "defesa da sociedade" pelo emprego de "graus variáveis de autoritarismo e controle social". É fácil imaginar quem teria a ganhar com essa reengenharia social, uma remixagem de A Máscara da Morte Rubra, de Poe para o século XXI.
Em meio a tanta ruína e desalento, contem com a Itália para nos oferecer nuances luminosas ao estilo de Tiepolo. A Itália escolheu a opção Wuhan, com consequências imensamente graves para sua já frágil economia. Os italianos em quarentena reagiram de forma extraordinária, cantando nas sacadas: um verdadeiro ato de revolta metafísica.
Para não mencionar a justiça poética de a verdadeira Santa Corona (coroa, em latim) estar enterrada na cidade de Anzu desde o século IX. Santa Corona foi uma cristã morta sob o imperador Marco Aurélio em 165 A.D., e há séculos é uma das santas padroeiras das pandemias.
Nem mesmo a chuva de trilhões de dólares por ato da divina misericórdia do Fed foi capaz de curar o Covid-19. Os "líderes" do G-7 tiveram que recorrer a uma videoconferência para se darem conta de que não sabem absolutamente nada - mesmo a luta chinesa contra o coronavírus tendo dado ao Ocidente uma vantagem de várias semanas.
O Dr. Zhang Wenhong, de Xangai, um dos maiores especialistas em doenças infecciosas da China, cujas análises até agora foram de uma exatidão surpreendente, diz que a China está saindo dos piores dias da "guerra popular" contra o Covid-19. Mas ele não acredita que tudo estará terminado no verão. Agora, extrapolem para o mundo ocidental isso que ele está dizendo.
Ainda não estamos nem na primavera e já sabemos que é necessário um vírus para esmagar sem dó nem piedade a Deusa do Mercado. Na última sexta-feira, a Goldman Sachs afirmou a 1.500 empresas que não havia risco sistêmico. Isso é falso.
Fontes do sistema financeiro de Nova York me contaram a verdade: o risco sistêmico se tornou muito mais grave em 2020 que em 1979, 1987 ou 2008, em razão do perigo imensamente maior de um colapso do mercado de derivativos de 1,5 quadrilhões de dólares.
Segundo essas fontes, nunca houve na história algo semelhante à intervenção do Fed por meio de sua pouco entendida eliminação das exigências de reservas para os bancos comerciais, desencadeando uma expansão potencialmente ilimitada do crédito a fim de evitar uma implosão dos derivativos oriunda do total colapso do mercado de commodities e de ações em todo o mundo.
Esses banqueiros pensavam que isso iria funcionar mas, como sabemos agora, todo esse som e fúria significaram nada. O fantasma de uma implosão de derivativos - nesse caso não causada pela possibilidade anterior, o fechamento do Estreito de Hormuz - continua existindo.
Mal começamos a entender as consequências do Covid-19 para o futuro do turbo-capitalismo neoliberal. O que é certo é que toda a economia mundial foi atingida por um circuit breaker insidioso e literalmente invisível. Isso talvez seja apenas uma "coincidência". Ou pode ser, como alguns ousadamente sugerem, parte de uma possível operação psicológica maciça, visando a criar o ambiente perfeito, em termos geopolíticos e de engenharia social, para o domínio de espectro amplo.
Além do mais, ao longo da árdua caminhada que temos à frente, com seu imenso e inevitável sacrifício humano e econômico, com ou sem uma reinicialização do sistema mundial, uma questão da maior urgência continua se impondo: as elites imperiais ainda assim optarão por dar continuidade a sua guerra híbrida de espectro total contra a China? - (Fonte: Aqui).
TRUMP INSISTE EM QUE ECONOMIA AMERICANA IGNORE COVID-19...
(...DAÍ O TRUMP BRAZIL?...)
R J Matson.
....
Nota
Durante o dia, o presidente
americano aplaudiu as diretrizes
traçadas pela OMS, incluindo o
isolamento social. À noite, após a
aprovação do super pacote pelo
Senado, voltou a ser contra.
R J Matson.
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Nota
Durante o dia, o presidente
americano aplaudiu as diretrizes
traçadas pela OMS, incluindo o
isolamento social. À noite, após a
aprovação do super pacote pelo
Senado, voltou a ser contra.
quarta-feira, 25 de março de 2020
ELES DISSERAM - EM VÍDEO(S) - (25.03.20)
.Leonardo Stoppa:
Leo ao Quadrado: Bolsonaro isolado ............... Aqui.
.Reinaldo Azevedo:
O É da Coisa ............................................... Aqui.
.Paulo A Castro:
A repercussão do discurso da morte ............... Aqui.
Mourão desautoriza Bolsonaro ....................... Aqui.
.Solnik / PML / Federicce:
Boa Noite 247: Governadores isolam Bolsonaro Aqui.
.Aquias Santarem:
Critica Brasil: Lula perde a paciência
com Bolsonaro ............................................ Aqui.
.Luis Nassif:
Dono da Giraffas demite filho e dá
uma aula de cidadania corporativa ................ Aqui.
...............
.Gevaerd:
Ufologia sem fronteiras (Programa 3) ............. Aqui.
SOBRE O SUPERMINISTRO
Enquanto remetemos a atenção de todos relativamente ao desempenho do (habilidoso) ministro Mandetta e auxiliares na coletiva desta data - a despeito de pairar no ar uma certa sensação de afrouxamento futuro da estratégia até agora posta em prática (e as recomendações da OMS, como ficarão?) -, vejamos o que diz Fernando Brito a propósito do superministro ex-juiz de base.
Moro fica em quarentena para não se queimar
Por Fernando Brito
O sr. Sergio Moro agigantou sua pequenez nestes dias de combate ao coronavírus.
E havia muito o que fazer.
Poderia ter ajudado a resolver o problema dos caminhoneiros que seguem circulando, com a Polícia Rodoviária controlando a abertura de postos de combustíveis que servem refeições exclusivamente para eles com a instalação de tendas e mesas, com distanciamento adequado, para que possam se alimentar. Bastaria um telefonema para autoridades estaduais e é certo que abririam exceção nestes locais, sob supervisão da PRF e, mesmo, das polícias rodoviária estaduais.
Poderia estar com a Polícia Federal investindo sobe os que estocam, criminosamente, produtos desinfetantes, máscaras cirúrgicas, vestimentas anticontaminação e, pior, aparelhos para intubação aérea de pacientes severos.
A mesma PF deveria estar agindo nos aeroportos, onde são inúmeros os relatos de que não há controle sanitário algum sobre os que desembarcam e voos internacionais.
Poderia propor legislação para liberar, provisoriamente, presos de baixa periculosidade e idade na faixa de risco, aliviando a superlotação dos presídios e não ficar argumentando que isso iria colocar criminosos na rua, o que já não falta.
Poderia estar dando correta orientação jurídica – se disso fosse capaz – para que o Ministério da Economia não baixasse atos inconstitucionais.
Poderia, mas não está.
Apareceu de máscara naquela pantomima da “entrevista coletiva” mas, de resto, tem procurado sumir, escafeder-se, omitir-se numa questão que é de segurança pública, porque se trata de usar civilizadamente as forças policiais para apoiar e organizar o fluxo indispensável de pessoas e de produtos pelo país.
No mais, está desaparecido, comemorando apreensão de maconha no Twitter e, ao contrário do chefe, mandando as pessoas ficarem em casa, para não entrar no braseiro da impopularidade que Bolsonaro entrou.
Ainda assim, está chamuscado. - (Fonte: Tijolaço - Aqui).
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Entreouvido nos bastidores:
"Mas, afinal, por que esse monitoramento tão concentrado no superministro?"
"É mesmo, lembrando que, qualquer coisa, a Grande Emissora está aí mesmo para aqui e ali inserir uma alusão simpática ao super e deixá-lo bem na foto!"
(Mas, que o superministro sumiu, sumiu!).
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Entreouvido nos bastidores:
"Mas, afinal, por que esse monitoramento tão concentrado no superministro?"
"É mesmo, lembrando que, qualquer coisa, a Grande Emissora está aí mesmo para aqui e ali inserir uma alusão simpática ao super e deixá-lo bem na foto!"
(Mas, que o superministro sumiu, sumiu!).
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