terça-feira, 9 de fevereiro de 2021

NOVAS VARIANTES PODEM SURGIR E VACINAS NÃO SEREM EFETIVAS NO BRASIL

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"...o atual ritmo de vacinação no país deixa a desejar para imunizar 160 milhões de pessoas (número de brasileiros acima dos 18 anos, de acordo com o IBGE)... Uma vacina com duas doses, são mais de 300 milhões de doses. E nós estamos recebendo dois milhões aqui, cinco milhões ali, não dá. Com isso não conseguimos organizar um programa de vacinação que seja efetivo e que seja rápido. Ele tem que ser rápido, senão outras variantes vão surgir e daqui a pouco não vamos ter vacinas efetivas".  
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A propósito, somente dentro de um mês é que estarão concluídos os estudos sobre a eficácia das vacinas frente à variante do Brasil.
Toma tenência, Brasil!


Sputnik/247: Epidemiologista alerta que com o surgimento de novas variantes do coronavírus,  vacinas podem deixar de ser efetivas, o que exige maior celeridade na vacinação. Até o momento, segundo consórcio de imprensa criado para levantar número de vacinados no país, já foram aplicadas pouco mais de 3,8 milhões de doses no Brasil, o que representa apenas 1,79% da população. 

De acordo com cálculo feito pelo microbiologista da Universidade de São Paulo (USP) Luiz Gustavo de Almeida, se o ritmo atual persistir, seriam necessários entre 4,5 e cinco anos para vacinar todos os brasileiros acima de 18 anos. Para imunizar 70% da população, atingindo assim a chamada imunidade de rebanho, demoraria cerca de três anos. 

Segundo o epidemiologista Fernando Barros, o atual ritmo de vacinação no país deixa a desejar para imunizar 160 milhões de pessoas (número de brasileiros acima dos 18 anos, de acordo com o IBGE).   

"Uma vacina com duas doses, são mais de 300 milhões de doses. E nós estamos recebendo dois milhões aqui, cinco milhões ali, não dá. Com isso não conseguimos organizar um programa de vacinação que seja efetivo e que seja rápido. Ele tem que ser rápido, senão outras variantes vão surgir e daqui a pouco não vamos ter vacinas efetivas", afirmou o professor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Pelotas. 

Variante da África do Sul

Segundo estudo publicado na segunda-feira (8), a vacina contra a Covid-19 da Oxford/AstraZeneca parece oferecer proteção limitada contra a variante de coronavírus identificada da África do Sul. O uso do imunizante no país foi interrompido. 

Apesar do ritmo lento da vacinação, Fernando Barros afirma que é impossível fazer "qualquer projeção nesse momento" de como será o andamento do processo nos próximos meses, já que a "situação tem mudado muito rapidamente nesses últimos dois meses".

E epidemiologista aponta sinais positivos e afirma que hoje em dia "temos pelo menos sete" vacinas eficazes contra a COVID-19 no mundo. Ao mesmo tempo, pondera que o surgimento das variantes do vírus "talvez modifique o quadro da vacinação". 

'Aumentar leque de opções'

Para acelerar a aplicação das doses no país, Barros aponta alguns possíveis caminhos, como, por exemplo, produzir no próprio Brasil os insumos necessários para a fabricação das vacinas, que atualmente estão sendo importados da China. 

O especialista critica o fato de o Brasil estar, no momento, usando apenas duas vacinas contra o coronavírus, a CoronaVac e a de Oxford. 

"Acho que a gente tinha que aumentar o leque de opções, principalmente com essa questão das variantes. Se a vacina de Oxford começa a mostrar que não é tão eficaz, como agora já provou com a variante da África do Sul, onde a eficácia é de 10%, então vamos ficar com uma vacina, que vai ser a CoronaVac. Acho que nós temos que aumentar a opção de vacinas", disse o professor. 

Sputnik V, Janssen e Pfizer

Para Fernando Barros, o Brasil deveria concretizar acordos para comprar doses da Sputnik V, que demonstrou ter eficácia maior de 90%,  e das vacinas da Janssen e da Pfizer. 

"Acho que teríamos que comprar a vacina da Janssen de uma vez, em grande quantidade, é dose única", afirmou o epidemiologista, lembrando que ela foi testada no Brasil e "pode ser facilmente aprovada pela Anvisa". Além disso, Barros ressalta que o imunizante pode ser guardado em "geladeira comum". 

"Eu também compraria a vacina da Pfizer, com certeza, mesmo com o ultrafreezer sendo necessário, porque é uma vacina muito eficaz. De todas elas, a mais eficaz, tem mostrado que funciona bem com essas variantes, não sei ainda com a variante de Manaus, mas a outras sim", explicou. 

Na última sexta-feira (5), o Ministério da Saúde anunciou a intenção de comprar dez milhões de doses da vacina russa Sputnik V. A aquisição ainda depende da aprovação do uso emergencial pela Anvisa.

"Acho que essas três vacinas nós teríamos que comprar. Nós não podemos ficar dependendo somente de duas vacinas para todo programa nacional de imunização", disse Fernando Barros.  -  (Aqui).

SEGUE FIRME A NAU DOS INSENSATOS


Kleber. 
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.Bom Dia 247 (09.02) - Attuch / Dafne / PML / Solnik / Auler:
Prisão de Lula, um "presente da CIA" .................................. Aqui.

COVID-19: COMO ESTÁ FLUINDO A VACINAÇÃO NO BRASIL


Hajo de Reijger. (Holanda). 

FLAMEJANTES FORÇAS DA NATUREZA: O 'IDIOTA' NAS FRASES DE NELSON RODRIGUES

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Abramos alas para o genial Nelson Rodrigues (1912-1980), emérito parceiro das palavras, que, redivivo, não teria mãos a medir diante de tantos espetáculos que os dias correntes estão a oferecer!

(Ilustração: Arquivo 
deste Blog)

Por Rodrigo Casarin ('Página Cinco')

"A verdadeira posse é o beijo na boca". "Nada mais pornográfico, no Brasil, do que o ódio ou a admiração". "A pior forma de solidão é a companhia de um paulista". "Há sujeitos que nascem, envelhecem e morrem sem ter jamais ousado um raciocínio próprio". "Sem alma não se chupa nem um chicabon". "Toda a unanimidade é burra". 

Não há dúvidas de que Nelson Rodrigues é um dos maiores frasistas de nossa literatura, tanto que vivemos esbarrando com menções ao escritor, jornalista e dramaturgo por aí. Enquanto a HarperCollins prepara novas edições dos dez romances do Anjo Pornográfico, a começar por "Asfalto Selvagem", a Nova Fronteira acaba de lançar um volume reunindo frases inesquecíveis do autor.

"Só Os Profetas Enxergam o Óbvio" traz centenas de máximas retiradas de coletâneas de crônicas, romances, peças de teatro, capítulos da famosa série "A Vida Como Ela É...", de outros textos de Rodrigues e de entrevistas e depoimentos concedidos pelo escritor. É daqueles livros feitos para leituras rápidas e descomprometidas, que também oferecem um arsenal para quem curte desfilar frases de efeito pelas redes sociais.

Há um porém em trabalhos do tipo. É perigoso associar automaticamente uma frase a determinado escritor somente porque ele é o autor da máxima. Se as palavras saem da boca ou da cabeça de um personagem, por exemplo, não necessariamente o próprio autor endossa aquilo que está no texto. Além disso, frases avulsas retiradas de contexto podem levar a interpretações um tanto problemáticas. Deixo os alertas.


Sim, há muito de futebol e sexo nas páginas de "Só Os Profetas Enxergam o Óbvio", dois temas que andam grudados à imagem de Nelson. Porém, sempre me chamou a atenção o modo como o autor trata os idiotas, as palavras que dispensa a esse tipo cada vez mais popular. Sei que há idiotas e idiotas e que quem é idiota para um pode soar como gênio para outro. Em todo caso, separei algumas bordoadas rodriguianas sobre essas flamejantes forças da natureza:

"Hoje, tudo é possível, tudo. Há idiotas liderando povos, fazendo História e fazendo Lendas".

"Outro dia, passou por mim um automóvel das 'Mil e Uma Noites' , sim, um desses Mercedes irreais, com cascata artificial e filhote de jacaré. Lá dentro ia um idiota flamejante".

"O idiota tem uma fina sensibilidade histórica e um agudo senso profético".

"Para sobreviver, o intelectual, o santo ou herói precisa imitar o idiota".

"Um idiota está sempre acompanhado de outros idiotas".

"O idiota é uma 'força da natureza'. Ele chove, relampeja, venta e troveja".

"Prefiro mil vezes ser pervertida do que idiota". (Mulher de véu - em "Vestido de Noiva").

"Hoje, quando se quer definir o reles, o idiota, o alienado, diz-se: - 'Isso é literatura!'".  -  (Fonte: Folha - UOL - Aqui).

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021

ECOS DO CORONAVÍRUS

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Pandemia Torna Usuais
Teorias da Conspiração

             "Bico Calado! Estou Bolando Uma Teoria Conspiratória!"

Randall Enos. (EUA). 

ELES DISSERAM E/OU CANTARAM

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(08.02)


.Pink Floyd:
'Shine On Your Crazy Diamond' - 1990 ....... Aqui.
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.Deep Purple:
'Child In Time' - 1970 .................................... Aqui.
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.William Lee - (Juiz de Fora-MG, 2015):
'Sultans Of Swing' ......................................... Aqui.


.GGN - Documentário:
Sérgio Moro - A construção de um juiz
acima da lei ................................................... Aqui.
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.DCM ao Meio Dia - Kiko Nogueira:
Wadih Damous - Lava Jato antecipou 
delatores e queria quebrar sigilo na
Receita de ministros do STJ .......................... Aqui.

.Live das 5:
Médicos e cientistas protocolam mais um
pedido de impeachment contra Bolsonaro ... Aqui.

.Reinaldo Azevedo:
O É da Coisa ................................................... Aqui.

.Boa Noite 247:
Popularidade de Bolsonaro cai ..................... Aqui.

.O Essencial - Kiko Nogueira:
Dallagnol comemorou prisão de Lula:
"Presente da CIA" ........................................... Aqui.

.Paulo A Castro:
Moro e Lava Jato em pânico com o 
julgamento de amanhã, 9, no STF ................ Aqui.

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.Esquerdão News:
Sobre temas da hora ...................................... Aqui.

CONJUNTURA BRASIL


Thiago.
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.Entreouvido no Plenário
"O cartunista está equivocado. O Centrão
vai mesmo é ampliar ainda mais o seu domínio!"

DA SÉRIE FLAGRANTES DA VIDA REAL

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Ritmo da Vacinação Anti Covid-19
no Brasil Está Para Lá de Sofrível*


Seri.
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.Bom Dia 247 (08.02) - Attuch / Dafne / PML / Solnik / Altman:
Analisando notícias do dia ................................................. Aqui.

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*  =  Microbiologistas dizem que nesse ritmo o Brasil
demorará 4,5 anos para imunizar 70% da população.

COVID-19: VACINAS SE DIGLADIAM...

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...Quando Têm Mais É
Que Unir Forças!


Schot. (Holanda).

PRIMEIRAS DELIBERAÇÕES DE BIDEN EM BUSCA DO PROTAGONISMO CLIMÁTICO-AMBIENTAL DOS EUA

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"Ainda que muito possa e esteja sendo feito diretamente pela Casa Branca, via ordens executivas, a perenidade de tais transformações depende, em larga medida, do Congresso Nacional. (...) Apesar de o partido da situação possuir (uma frágil) maioria em ambas as Casas do Legislativo estadunidense, dificilmente Biden será capaz de escapar dessa conjuntura de elevada polarização."

                
(Blinken / Biden / Kerry / Janet Yellen)

Por Pedro Vasques

Iniciar a análise dos primeiros atos do governo Joe Biden envolvendo meio ambiente em comparação com o mesmo momento para Donald Trump parece ser um caminho pouco frutífero, em especial, considerando-se o antagonismo posto por ambas as propostas, bem como as prioridades de ação para os dois governantes. Algo pode ser dito, no entanto, ao menos para o que se propôs construir nesse janeiro de 2021. Isto é, se, em seus primeiros dias na Casa Branca, Trump deu os passos elementares para atender às promessas de campanha, no caso de Biden, até mesmo os mais otimistas se surpreenderam com o alcance inicial dos atos de abertura que, em certa medida, vão além do que se imaginava e do que foi prometido pelo democrata para esse momento da gestão.

Como comentado em ocasiões anteriores, para além das questões relacionadas à pandemia da covid-19, a campanha presidencial, notadamente, a de Biden, foi marcada pela centralidade que o tema climático-ambiental desempenhou. Ao mesmo tempo buscando romper com determinadas estratégias democratas anteriores, ainda que mantendo vínculos com o passado, os democratas moldaram a referida agenda conjugando a ela debates sobre equidade, justiça e economia, em especial
emprego e renda. Em seus discursos ao longo da campanha de 2020, Biden fez questão de ressaltar que esses temas seriam prioritários em sua gestão, colocando-se na posição de superar todos os seus antecessores que também deram ênfase à política ambiental.

Ao que parece, essa promessa começou a ser cumprida. Afinal, diferentemente de Obama, que nomeou apenas um especialista para assistir à Presidência em questões de energia e clima, Biden foi além e reorganizou essa estrutura colocando o ex-secretário de Estado John Kerry para tratar do tema sob a perspectiva externa e, no plano doméstico, Gina McCarthy, responsável pela agência ambiental federal norte-americana (EPA, na sigla em inglês) no governo Obama. E, em relação a essa, Biden determinou em seus primeiros atos a elaboração de um conjunto de planos para “o corte mais agressivo” de emissões de carbono possível pelos Estados Unidos.

Keystone XL: Biden recalibra relações com Canadá

Se tal ação já não fosse surpreendente o suficiente, no primeiro dia de governo o democrata revogou a licença dada à construção do oleoduto Keystone XL, interrompendo o projeto de transportar cerca de 800.000 barris de óleo por dia de Alberta, no Canadá, à costa do Texas, eliminando centenas de empregos já vinculados às obras em andamento. A opção de interrupção do referido projeto reorganiza parte das relações exteriores dos Estados Unidos com os vizinhos canadenses, que já vinham sendo postas sob tensão por conta das decisões de Trump relativas à imposição de tarifas sobre aço e alumínio. Ao mesmo tempo, coloca a liderança de Justin Trudeau em um momento complicado.

Isso porque, ao longo dos últimos anos, o primeiro-ministro do Canadá vinha pressionando Trump a retomar a agenda climática norte-americana. Contudo, ao mesmo tempo que se colocava a temática ambiental em evidência internacional, também não era possível descartar a importância econômica do Keystone XL, que seria crítico não apenas para a província de Alberta, mas também para ampliar as exportações de petróleo do país. Com a decisão de Biden, Trudeau foi colocado na difícil posição de expressar seu descontentamento pela decisão de interrupção da construção do oleoduto, enquanto felicitava o novo presidente dos Estados Unidos pelas demais decisões progressistas, dentre elas, o retorno ao Acordo de Paris e à Organização Mundial da Saúde (OMS).

Em linha com a priorização da política climática, Biden ordenou ao Pentágono que a questão fosse tratada sob a perspectiva de segurança nacional. Ou seja, de acordo com a proposta de olhar para os temas ambientais e sua relação com a gestão pública federal de maneira holística. Em termos objetivos, isso significa, dentre outros, que a administração pública deverá levar em conta os custos climáticos de projetos de infraestrutura antes de aprovar a concessão de licenças, visando a garantir que os investimentos em obras federais reduzam a poluição que produza efeitos sobre o clima.

Clima e meio ambiente na agenda de segurança

Nessa direção, Biden retoma a proposta de atuação integrada das várias agências federais voltada à avaliação não apenas das dimensões técnico-científicas dos projetos, mas, notadamente, que considere também os custos sociais das emissões de carbono. Na primeira versão, conduzida por Obama, a abordagem se dava em relação a questões de risco climático e de equidade intergeracional. A atual administração passou a incluir o debate sobre justiça ambiental, ou seja, as agências federais deverão considerar em suas avaliações os impactos desproporcionais sofridos por comunidades pobres, negras, minoritárias e vulneráveis em geral. Além disso, definiu a troca de sua frota de mais de 600.000 veículos para modelos elétricos e determinou que os órgãos públicos deverão planejar medidas para ampliar a resiliência de suas unidades e operações, haja vista os efeitos das mudanças climáticas, descrevendo vulnerabilidades e potencialidades (e.g., relacionadas à eficiência energética e uso d’água).

Tais decisões vieram acompanhadas ainda do banimento de novos arrendamentos de terras públicas federais para atividades de óleo e gás – que representa, atualmente, em torno de 12% da produção nacional de gás, e 22%, da de petróleo, segundo a American Petroleum Institute (API) –; da obrigação de conservação de um terço de todas as propriedades do governo federal – que vem sendo chamado de iniciativa “30×30” por ambientalistas –; e do estímulo a energias renováveis, acelerando os processos administrativos de concessão de licenças.

Com relação à moratória, três aspectos chamam atenção.

Primeiramente, que a interrupção de novas concessões não deve impedir que o setor continue ampliando suas atividades. Isso porque grande parte dos arrendamentos feitos entre 2014 e 2019 não foi iniciada e, tendo em vista sua aprovação pretérita, não estão incluídos nas novas restrições. O segundo deles é a exclusão do carvão da moratória que, em regra, concentrou-se na exploração e na produção de petróleo. Parece haver uma aposta do governo Biden de que o declínio na produção e no consumo dessa fonte de energia continue e se acentue, estimulado também pelas ações públicas em renováveis. Portanto, o custo político de incidir sobre a referida atividade não se justificaria.

O terceiro aspecto trata da exploração de combustíveis fósseis líquidos e gasosos, via fraturamento hidráulico. Como já comentado, durante a campanha presidencial, Biden foi pressionado em diversos momentos a se manifestar sobre sua posição em relação às atividades de fracking. Ainda que ambientalistas demandassem que o então candidato assumisse uma postura de total banimento da prática, o democrata optou por manter uma posição intermediária. Os primeiros dias de governo mostraram que tal orientação foi mantida. Ou seja, ainda que sob regulações mais restritivas, em princípio, as atividades de fracking serão mantidas. - (Nota deste Blog: 'Fracking'/'Fraturamento Hidráulico' = "O fraturamento hidráulico é um método que possibilita a extração de combustíveis líquidos e gasosos do subsolo. Também é denominado fratura hidráulica, estimulação hidráulica ou pelo termo da língua inglesa 'fracking'." - Wiki)

Para explorar as novas oportunidades de inovação, comercialização e implementação de tecnologias e infraestrutura ligadas à indústria de energia limpa, Biden também determinou a criação do Civilian Climate Corps Initiative. A ação visa a colocar a nova geração de americanos para trabalhar em questões climático-ambientais. O novo CCC é a recuperação de uma política pública desenvolvida no âmbito do New Deal por Franklin D. Roosevelt (1933-1945), o Civilian Conservation Corps (CCC), responsável por empregar milhares norte-americanos – incluindo jovens, indígenas e veteranos – entre 1933-42 para a execução de atividades de conservação da natureza. Essas incluíam desde obras estruturais para administração de florestas, incêndios e alagamentos, até o replantio de espécimes vegetais e gestão da fauna local.

Ainda que marcado pelas regras de segregação racial, o programa foi uma importante fonte de renda para muitos e cumpriu um papel significativo na disseminação de uma razão conservacionista entre as camadas sociais mais populares, contribuindo, inclusive para a larga adesão ao ambientalismo que emergirá no final dos anos 1960 e início dos 1970. Em sua nova versão, além de ações voltadas para a conservação das terras públicas, por exemplo, de ambientes marinhos e costais, como mangues, o CCC pretende se concentrar em atividades relacionadas à gestão do clima, como a construção de casas eficientes em consumo energético, a instalação de estações de recarga elétrica de veículos e a gestão de passivos gerados pela indústria fóssil (e.g., consertando vazamentos e vedando poços de óleo e gás).

Entraves da aguda polarização política

Ainda que muito possa e esteja sendo feito diretamente pela Casa Branca, via ordens executivas, a perenidade de tais transformações depende, em larga medida, do Congresso Nacional. Desde a década de 1970, quando as primeiras grandes leis ambientais federais foram aprovadas, não se vê uma atuação bipartidária sólida e constante no tema. Ao contrário, a polarização que emerge nos anos 1980 apenas se acentuou nos últimos anos, colocando os momentos de convergência entre democratas e republicanos cada vez mais escassos. Apesar de o partido da situação possuir (uma frágil) maioria em ambas as Casas do Legislativo estadunidense, dificilmente Biden será capaz de escapar dessa conjuntura de elevada polarização.

Assim, a possibilidade de aprovação de novas leis ambientais, em meio ao desejo de romper com o ciclo de presidências limitadas a ações administrativas, remanesce permeada de incertezas. Sem dúvida que algumas questões serão mais fáceis de serem negociadas com o Congresso, como é o caso, por exemplo, da ratificação da Emenda de Kigali ao Protocolo de Montreal, que visa a reduzir a produção e o consumo de hidrofluorocarbonetos. Essa já possui grande apoio do setor econômico, bem como dos próprios republicanos no Senado, tendo sido seu envio ao Legislativo demandado pelos congressistas no governo Trump que não o fez.

Outros temas serão mais complicados, como é o caso da política climática de Biden, que inclui a ambiciosa proposta de zerar até 2035 a produção de energia elétrica de emissões de carbono. Para tanto, será necessário não apenas convencer os congressistas republicanos, mas também lidar com dissidências entre os próprios democratas, como no caso do senador Joe Manchin (D-WV), presidente do Comitê de Energia do Senado e ferrenho defensor da indústria do carvão, bem como administrar as expectativas de grupos ambientalistas e sindicatos, que têm visto com receio que essas transformações promovam ainda mais desemprego.

Biden determinou ao alto escalão uma série de tarefas a serem trabalhadas nos próximos meses. A partir delas, ficará claro como a EPA e outras agências federais preencherão os detalhes desse novo conjunto regulatório. Diante desses desdobramentos, será preciso avaliar o comportamento das indústrias em relação a essas medidas, assim como do Congresso e das dinâmicas de judicialização. De todo modo, a atual administração federal pretende realizar em 22 abril, Dia da Terra, uma cúpula climática com as principais economias mundiais. Nessa ocasião, espera-se que uma nova rodada de ações federais seja divulgada, incluindo a definição da nova meta de redução de emissões dos Estados Unidos para 2030, a fim de que o país atinja emissões líquidas zero até 2050 – o que necessariamente passa pela promessa de livrar a produção de energia norte-americana de carbono até 2035.

Espera-se, assim que o próximo capítulo da agenda ambiental doméstica de Biden, bem como mais detalhes sobre sua estratégia para exercer influência internacional nesse tema, fiquem mais claros no referido dia. De todo modo, é muito claro que ainda será necessário trilhar um longo caminho tanto para reverter os retrocessos perpetrados por Trump, bem como para fazer cumprir as várias promessas de campanha de Biden, em especial
, no que tange à recuperação da economia e à redução de desigualdades sociais. Isto é, será preciso muito mais do que a previsão de um programa de geração de renda e emprego e da inclusão do tema de justiça ambiental nas análises da burocracia federal para que as minorias vulneráveis norte-americanas sintam na pele essa alegada transformação.  -  (Fonte: Boletim Carta Maior - Aqui).

(Pedro Vasques é pós-doutorando pelo INCT-INEU, pesquisador associado do Cedec e doutor em Ciência Política pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP).

domingo, 7 de fevereiro de 2021

ELES DISSERAM E/OU CANTARAM

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(07.02)


.Led Zeppelin:
'Stairway To Heaven'  - Live ............... Aqui
................
.Toninho e Banda:
Dave Mac Lean - 'Me And You' ............ Aqui.
Sérgio Reis - José Roberto: 'Coração 
de Papel' ............................................... Aqui.


.DCM - Superlive de Domingo:
Brasil não dá conta de Bolsonaro e
BBB ao mesmo tempo ........................... Aqui.

.Boa Noite 247:
Antipetismo, frente ampla e eleições .... Aqui.

.Luis Nassif:
Pedro Serrano e a insensibilidade 
política nacional .................................... Aqui.

.Paulo A Castro:
Renan quer anistia para os hackers 
que acabaram com Moro e Deltan ........ Aqui.

................
.Astrolucas:
Astrólogo diz que em 25.02 mundo
será tomado por desencarnes coletivos  Aqui.
.Mundo Desconhecido:
É por isso que os EUA não
voltaram mais à Lua ............................. Aqui.

COM BIDEN, CRESCERÁ PRESSÃO CONTRA O BRASIL

."... com nosso atual chanceler, não dá para imaginar um diálogo muito frutífero com a diplomacia americana. Com a primeira ‘terraplanície’ que Ernesto Araújo soltar, acaba a conversa".
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Entreouvido por aí:
"Resta saber se vão devolver Alcântara e demais benesses, ops!, demais transações fraternas realizadas com o nosso vilipendiado líder."  


Por Eduardo Maretti (Na RBA)

O início do governo de Joe Biden tem sido coerente com seus compromissos de campanha. Nesse sentido, a questão da imigração é talvez a mais simbólica. O democrata assinou na terça-feira (2) medidas para reunir famílias de imigrantes ilegais separadas de seus filhos pelas políticas do governo de Donald Trump. Mas será preciso uma força-tarefa para transpor dificuldades burocráticas, como a falta de documentos que permitam a rápida associação e reencontro entre os entes separados. Tal política de Trump, não sem razão, foi considerada por analistas como nazista. Chegou a ser tema de um episódio realista e comovente da aclamada série Law and Order SVU, em que se veem dezenas de crianças enjauladas em uma área de segurança, como animais.   Em política externa, o democrata adota o tom do chamado multilateralismo, recolocando os Estados Unidos como interlocutores ativos no Acordo de Paris e em organismos como Nações Unidas e Organização Mundial da Saúde. Como noticiou o The New York Times na quinta-feira (4), Biden anunciou o fim do apoio do país à campanha militar da Arábia Saudita no Iêmen. Por outro lado, o tom com que o democrata se refere a Rússia e China permanece duro.


“Normalidade”

Obviamente, os Estados Unidos sob Biden vão continuar a defender o lema “America first“. Mas os democratas no mundo e, dentro do país, as “minorias” (negros, latinos, mulheres) comemoram o ressurgimento dos parâmetros “normais”. “É um alívio ver a volta do bom senso e voltar a ter esperança de um mundo sem as ‘baixarias’ para as quais Trump apelou e Bolsonaro apela”, diz Thomas Heye, do Instituto de Estudos Estratégicos da Universidade Federal Fluminense (UFF).

Em relação à Venezuela, por exemplo, como mostra reportagem do Brasil de Fato, Biden começou a flexibilizar, cautelosamente, algumas sanções econômicas, passando a permitir transações comerciais por via marítima e aérea com o país vizinho. A medida é puramente pragmática, porque politicamente não está no horizonte o reconhecimento do presidente Nicolás Maduro. 

Brasil de Bolsonaro: vilão ambiental

A questão ambiental – tema fundamental de sua campanha – é outro ponto em que Biden vai investir pesado, politicamente. E aí entra o Brasil. Por exemplo, sob a gestão Biden, os Estados Unidos projetam a adoção de políticas contra a importação de produtos brasileiros provenientes de desmatamento ilegal. A pressão contra a “política” ambiental do governo Bolsonaro e seu ministro Ricardo Salles não é, de resto, apenas norte-americana. “Há uma orquestração da campanha contra o grande vilão ambiental, que hoje é o Brasil”, observa Heye.

Outros líderes, como o presidente francês, Emmanuel Macron, e a chanceler alemã, Angela Merkel, não só fazem parte da “orquestração” contra o “vilão ambiental” como querem distância de Bolsonaro. “Seríamos eleitos o grande vilão internacional, o vilão favorito do mundo. Biden não está sozinho. Macron também tem torpedeado Bolsonaro. Merkel, aliás, se recusa a entrar no mesmo recinto em que Bolsonaro estiver. Ela não quer que alguém tenha nem a chance de fazer uma foto dela sequer perto de Bolsonaro”, constata o professor da UFF.

Eleições na Alemanha

Claro, os líderes de França e Alemanha têm os olhos voltados para seu público interno e também para a União Europeia. Em setembro, ocorrem as eleições para a sucessão de Angela Merkel. Ela e Macron têm extremo cuidado para não assustar o crescente e importante eleitorado verde, cujos votos estão na mira de todos os políticos importantes do Velho Mundo. Qualquer associação com Bolsonaro e seu governo que queima a Amazônia e o Pantanal é uma desastrosa antipropaganda.

Se as coisas podem ficar mais complicadas para Bolsonaro ante a nova gestão da Casa Branca, as armas dos líderes mundiais contra o presidente brasileiro não parecem, num primeiro momento, tão contundentes quanto desejariam setores e cidadãos que prezam a democracia e querem o impeachment do presidente brasileiro. Por hipótese, “a arma mais tradicional para esse tipo de situação seriam sanções econômicas”, sugere Heye. Mas tal solução – por parte do Ocidente ou mesmo da China – é muito improvável, além de indesejável. “Sanções econômicas têm uma característica muito triste, porque afetam a parte mais carente da sociedade”, observa o analista.

Uma solução menos drástica seria, por exemplo, Biden subsidiar a produção de soja aos agricultores americanos, o que agradaria os eleitores tradicionais de Trump. Apesar das rusgas entre chineses e americanos, muitas vezes retórica para consumo interno, com um preço melhor os orientais poderiam substituir a commodity brasileira pela estadunidense. “Com isso, Biden minaria os redutos eleitorais do Trump, e de Bolsonaro também, e o agronegócio brasileiro ficaria muito contrariado com o presidente”, diz Heye.

A retórica bolsonarista

Mas o analista pondera que Bolsonaro também seria capaz de usar sua conhecida retórica farsesca e capitalizar situações adversas provocadas por Biden, colocando-se como vitima da comunidade internacional, invertendo o discurso de atrelamento cego aos Estados Unidos de Trump. “Com isso, poderia ainda roubar o discurso de parte da esquerda brasileira”. Esse discurso, obviamente, seria dirigido ao bolsonarismo “de raiz”, que ignora a crise e a tragédia da pandemia, que já matou mais de 230 mil brasileiros. “E, no momento, a vitória no Congresso, ao eleger os presidentes da Câmara e do Senado, o fortalece”, observa Heye.

Trump é passado

Segundo documento revelado pela BBC News Brasil esta semana, Biden e membros do alto escalão da Casa Branca receberam um caudaloso dossiê pedindo o “congelamento” de acordos, negociações e alianças políticas com o Brasil “enquanto Jair Bolsonaro estiver na Presidência”. O documento, segundo a reportagem, é endossado por mais de 100 acadêmicos de universidades como Harvard, Brown e Columbia. Entidades como Friends of the Earth, nos Estados Unidos, e a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) também apoiam a ideia. 

Entre os acordos feitos pelo presidente brasileiro e ex-presidente americano, está o que, na prática, cede a base de Alcântara aos EUA, segundo analistas um claro atentado à soberania nacional. “É muito grave”, avalia Heye. Bolsonaro, unilateralmente, isentou norte-americanos de pagarem taxas para entrar no Brasil, isenção que não beneficia os brasileiros, violando o princípio de reciprocidade diplomática, como observa o professor da UFF.

“Haveria espaço para conversar com Biden sobre questões como essas. Mas, convenhamos, com nosso atual chanceler, não dá para imaginar um diálogo muito frutífero com a diplomacia americana. Com a primeira ‘terraplanície’ que Ernesto Araújo soltar, acaba a conversa”, conclui Thomas Heye.  -  (Fonte: Rede Brasil Atual Aqui).

GEOCARTUM: O ENIGMA AMERICANO


Angel Boligan. (México). 

INGENUOUS CARTOON

         Maniqueísmo  =  "Consiste numa concepção do mundo fundamentada em 
         uma dualidade básica entre opostos inconciliáveis: luz e trevas; bem e mal."

 J Bosco.
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.Bom Dia 247 (07.02) - Attuch / Rodrigo / Florestan:
Quem tem medo de Lula e Haddad? ..................................... Aqui.

VACINAS: PAÍSES RICOS DISPUTAM, POBRES OBSERVAM

 
                                              - Compartilha!!

Tom Janssen. (Holanda).

PAZUELLO ESTÁ ESPALHANDO A NOVA CEPA DE MANAUS POR TODO O PAÍS

O alerta (da disseminação da nova cepa país afora) tem sido feito – sem muito eco – pelos epidemiologistas da Fiocruz em Manaus e por Paulo Lotufo, que sugeriu o óbvio: bloqueio completo de quem entra e sai da cidade."


Por Luis Nassif (No Jornal GGN)

É curioso o comportamento de alguns especialistas em epidemias, tão envolvidos em pequenos detalhes técnicos, que fecham os olhos até para temas de senso comum.

Refiro-me a Fernando Reinach, colunista do Estadão e formador de opinião da mídia em relação à pandemia. Em sua coluna no Estadão é apresentado como PHD em Biologia Celular e Molecular e autor de “A chegada do novo coronavirus no Brasil”.

Nos últimos meses, suas análises foram enviesadas pelo que parecia ser uma disputa pessoal com o diretor do Butantã. Desmereceu o quanto pode a vacina Coronavac. Quando o Butantã montou o jogo de cena – o vídeo celebrando 100% de eficácia da vacina – correu a endossar a armação, pois vulnerável, devido a seu histórico de ceticismo. Depois, constatou-se que a contagem se referia a um recorte apenas e que a celebração, em vídeo, era apenas marketing.

O que acontece agora? Vamos analisar o caso de Manaus com olhos de leigos, mas recorrendo ao bom senso:

Há informações confirmadas pela Fiocruz de que a nova onda é fruto de uma cepa dA Covid-19, muito mais contagiosa e letal.

A cidade não dispõe de leitos de UTI suficientes e as pessoas morrem nas filas. O correto seria pressionar as autoridades para ampliar a oferta de UTI, valendo-se dos aviões da FAB e da disposição de ajuda nacional e internacional.

Em vez disso, monta-se uma operação para levar 1.500 doentes de Manaus para outras cidades. Ou seja, espalhando a nova cepa por todo o país.

O Ministro da Saúde, general Pazuello, é um completo sem noção. Foi anunciada sua ida para Manaus apenas com passagem de ida. Para que avaliasse in loco a situação e tomasse as medidas adequadas? Não, porque é de lá e queria um pouco de convivência com a família. Por isso não se deu conta do óbvio, de a estratégia adotada estar espalhando a nova cepa por todos os cantos do país.

Voltemos aos artigos de Reinach. Em sua última coluna no Estadão sustenta que “a ciência fez sua parte e agora a guerra contra o vírus depende de quem nos governa”. E nenhum alerta sobre o óbvio, a disseminação da nova cepa pelo país, indesculpável em quem tem à sua disposição o trombone da mídia e não sabe utilizar.

O alerta tem sido feito – sem muito eco – pelos epidemiologistas da Fiocruz em Manaus e por Paulo Lotufo, que sugeriu o óbvio: bloqueio completo de quem entra e sai da cidade.

A mensagem foi captada por Laurie Garret, uma das principais jornalistas americanas sobre temas de saúde, que retuitou a mensagem de Lotufo. Depois disso, epidemiologistas de várias partes do mundo entraram em contato, alarmados com o grau de irresponsabilidade da política de saúde brasileira. (...).  -  (Para concluir a leitura, clique Aqui).

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"A cidade não dispõe de leitos de UTI suficientes e as pessoas morrem nas filas. O correto seria pressionar as autoridades para ampliar a oferta de UTI, valendo-se dos aviões da FAB e da disposição de ajuda nacional e internacional."  /  Alegou-se que não haveria tempo hábil para ampliar a oferta de UTIs equipadas a contento. Mas - uma vez que as cepas ameaçam o mundo -, e se tivessem recorrido à OMS, à ONU, à China, a Biden? 

NOVA CEPA SE ALASTRA PELO PAÍS


J Bosco.                

sábado, 6 de fevereiro de 2021

ELES DISSERAM E/OU CANTARAM

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(06.02)


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Sítio de Atibaia vira ameaça ao STF ..... Aqui.

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O acerto de Lula ao lançar Haddad
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Moro e Deltan seguem acuados ............. Aqui.

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Objetos religiosos que têm
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Seri.
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"Governadores Ouvem de Representante da 
China Que Único Meio de Adquirir Coronavac
é Com Doria"  -  UOL  -  Aqui.

SERIOUS CARTOON


Ed Carlos. 
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VACINA, A SAÍDA ÓBVIA


Jorge Braga.