A teia de negócios e vínculos de Kassio Nunes, até agora divulgados pela mídia, mostra uma enorme plantação de bananas jurídicas. Dentre elas:
1. CASO BANCO MASTER
O fato novo mais relevante é a notícia de fato apresentada ao STF em 12 de outubro de 2026, pelos deputados Rui Falcão e Rogério Correia, ambos do PT.
A representação pede investigação de possíveis crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro, exploração de prestígio, prevaricação e participação em organização criminosa (clique aqui).
A. Pagamentos envolvendo o filho do ministro
- Kevin de Carvalho Marques, filho de Kassio, recebeu R$ 281,6 mil em 11 transferências da Consult Inteligência Tributária.
- A Consult recebeu R$ 6,6 milhões do Banco Master e R$ 11,3 milhões da JBS.
- O Coaf identificou movimentações incompatíveis com o faturamento declarado pela Consult e levantou a possibilidade de a empresa ter funcionado como conta de passagem.
- Mensagens entre Daniel Vorcaro e Luiz Rennó, diretor jurídico do Master, mencionam pagamentos mensais de R$ 500 mil associados a Kevin.
B. Julgamento da destilaria Alcídia
Em outubro de 2024, Nunes Marques participou de julgamento relacionado a indenizações bilionárias no setor sucroalcooleiro, de interesse econômico do Banco Master.
O ministro inicialmente se declarou impedido, mas reviu a posição e proferiu voto decisivo favorável à tese da empresa credora.
Após a decisão, Rennó enviou mensagem a Vorcaro comemorando o resultado e, em seguida, encaminhou informações de contato de Kevin Marques com a expressão “Dominado aqui”. (...).

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